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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes

imagem do livro histórias de ninar para garotas rebeldes ao lado do símbolo do feminismo


Assim que vi o livro Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes em um site o coloquei na minha lista de desejados.

A ideia de um livro que conta a história de 100 mulheres reais, com lindas ilustrações de 60 artistas femininas e escrito por duas mulheres (Elena Favilli e Fracesca Cavallo) é simplesmente maravilhosa. É muito Girl Power em um único livro!


capa interna do livro histórias de ninar para garotas rebeldes


O livro tem histórias de personalidades bem conhecidas como Yoko Ono, Frida Khalo e Jane Austen, mas também conta com heroínas lendárias de diferentes povos e jovens mulheres que marcaram nossa atualidade como a Malala Yousafzai, ativista paquistanesa, e Coy Mathis, uma criança transexual nascida nos EUA.


ilustração de Jane Austen

ilustração de Coy Mathis

Ganhei Histórias de Ninar da minha amiga Ju e combinei com meu noivo de lermos juntos, uma história por noite, antes de dormir. As vezes liamos mais de uma, afinal elas são bem simples e resumidas, seguindo bem a ideia de um livro infantil.

Gostei tanto do livro que o utilizei em um projeto de leitura com as crianças de onde eu trabalho e ver no fim da aula várias garotas me perguntando onde encontrar o livro para conhecer as outras histórias alegrou meu coraçãozinho feminista, que quer muito que as meninas saibam que podem fazer qualquer coisa que quiserem.

Fiquei muito animada quando descobri que lançaram o segundo volume e estou muito ansiosa para adquiri-lo ou ganha-lo de presente, quem sabe? :p


Ah, alguns sites, como o submarino, já estão disponibilizando um box com os dois volumes, então quer tiver interesse, já pode adquirir as 200 histórias de uma vez.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

HQ's lidas: Arroz, Contos de Pellanor e Páginas em Branco


Recentemente chegou aqui em casa para o meu noivo Rafael, uma caixa cheia de HQ's enviadas por sua amiga Silvia Nascimento, e claro que eu não poderia ficar apenas olhando :p. Já que atualmente a faculdade e o sono não me deixam ler nada muito longo além de textos técnicos, me apeguei nas leituras rápidas das HQ's para me distrair e trazer um pouquinho de conteúdo para vocês.

Arroz- Ale Presser


A HQ Arroz, da autora Ale Presser, acompanha a história de Melina, uma jovem apaixonada por livros que possui um autoestima baixa e se considera uma pessoa insossa.

Arroz tem bons traços e personagens legais. É bem curtinha e fácil de ser lida em alguns minutos.
Apesar de ter gostado de alguns pensamentos da protagonista, que acredita que as vezes precisamos de pessoas do nosso lado, não só no sentido romântico, acredito que a HQ reforça aquela ideia prejudicial de que precisamos de alguém para nos completar, além de utilizar aquele makeover típico de histórias com garotas fora do padrão para uma transformação de vida.


Contos de Pellanor- Leonardo Maciel


Contos de Pellanor: Asas de Sangue é o primeiro volume de uma série de fantasia do autor Leonardo Maciel.

Os traços da HQ são interessantes e fiquei bem curiosa sobre mais detalhes da protagonista, mas a história se desenvolve com certa pressa, tirando um pouco da surpresa e emoção ao ler.



Páginas em Branco- Paulo Kielwagen


Páginas em Branco é uma HQ de Paulo Kielwagen que especula como era a vida de Branco, um gatinho de rua resgatado com um passado misterioso, como a maioria dos gatinhos nessa situação.

A HQ é bem fofinha e o início da história (como o gatinho foi parar na rua) infelizmente é algo que acontece muito. 
Existe dois fins na história o que me deixou um pouquinho confusa, mas de forma geral a HQ vale super a pena.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Luke Cage- segunda temporada


Na segunda temporada do Herói de pele indestrutível, Luke Cage precisara lidar com uma guerra entre Mariah Stokes e um misterioso jamaicano com força sobre humana que se chama de Bushmaster.

A briga pelo poder entre a vereadora e esse homem, que busca vingar sua família, trás a violência desordenada para as ruas do Harlem, bairro que Luke tenta a todo custo proteger.

Sem saber qual lado pode trazer mais danos, Luke migra sua aliança diversas vezes ao longo dos episódios, ao mesmo tempo que tenta lidar com seus conflitos pessoais e problemas com a raiva.


Os vilões tiveram grande destaque nessa temporada, com histórias bem construídas, fazendo com que em certos momentos você sinta certa empatia por eles, mesmo sabendo todas as coisas horríveis que fizeram. Eles provavelmente foram o destaque da série, tanto em enredo, quanto em atuação.

mariah e bushmaster
Mariah e Bushmaster no Harlem's Paradise

Apesar de ser o protagonista e de ter tido papel importante no desenrolar da história, Luke parece ter ficado de fora de grande parte da resolução dos problemas da série. De certa forma, foi interessante ver a trama se resolver sem a típica disputa épica entre o mocinho e o vilão.

Luke também se mostra um homem complexo, com sentimentos conflitantes e toma decisões que deixam um gancho bem diferente para a terceira temporada. Não sei como irá ser abordado nas outras séries Marvel/Netflix (Jéssica Jones, Punho de Ferro e Demolidor), mas torço para que não seja esquecido ou irá causar um grande furo de roteiro.

Não me lembro do herói ser tão machista na primeira temporada, mas em certos momentos tive vontade de entrar na tela e socar o protagonista. Espero que na próxima temporada isso também seja resolvido.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

O Pequeno Príncipe



O Pequeno Príncipe é um clássico, que confesso ter demorado muito para começar a ler e conta a história de um aviador que acaba no deserto do Saara após uma pane em seu avião. Enquanto ele tenta consertar sua aeronave, o aviador encontra um menino, muito curioso, que veio de outro planeta.

O jovem conta para ele toda a sua jornada até aquele lugar e como sente falta de sua flor, que ficou em seu pequeno asteroide.


O livro é cheio de frases marcantes e muito famosas, que ensinam algumas valiosas lições e exaltam a inteligência das crianças. Apesar de não concordar com algumas delas, não posso negar que são ótimas para reflexão.

A história é bem curtinha e se a pessoa quiser, é possível até mesmo ler em um único dia.

Quem quiser adquirir, super recomendo a edição que eu comprei, que é simplesmente linda (por isso decidi comprar inicialmente), em capa dura, com ilustrações e a história do escritor Antoine Saint-Exupéry no final, e está sempre em promoção nos sites.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Menina mais Fria de Coldtown


Em um mundo infestado por vampiros, a sociedade precisou aprender a conviver com o perigo. Cidades inteiras foram isoladas. As chamadas Coldtown's mantém seus moradores, humanos e vampiros, isolados fisicamente do resto da sociedade, que acompanha os acontecimentos de dentro dos muros através de chamativos e glamourosos programas de televisão.

Após acordar em uma festa e encontrar quase todos seus amigos mortos, Tana precisa se dirigir para a Coldtown mais próxima, junto de seu ex-namorado que foi infectado e um estranho vampiro.


A Menina mais Fria de Coldtown tem um ritmo um pouco estranho. Apesar de ser cheio de ação e dinamismo, alguma coisa na narrativa de Holly Black torna a história um pouco arrastada, com capítulos que parecem ser longos demais.

Talvez isso também se de pelo fato de que muita coisa acontece em pouco tempo. Dando a impressão que você já muitas páginas.


Os capítulos de Tana são mais compridos, cheios de acontecimentos e explicações de como a garota se sente, já estava passando por um bocado de coisas assustadoras em menos de uma semana e precisando tomar várias decisões perigosas.

Há também alguns flashbacks que servem como pano de fundo para a personalidade dos personagens principais.


Alguns pontos do enredo, como as atitudes de Gavriel (o estranho vampiro que viaja com eles), não fizeram muito sentido para mim, mas tentei não me apegar muito nesses detalhes, afinal de contas, o personagem não é muito lúcido.

Tana e Aidan (seu ex-namorado) me pareceram personagens bem autênticos e realistas, cheios de falhas e com escolhas bem duvidosas.


Não posso dar muitos detalhes sem soltar um spoiler, mas acho que não há problemas em comentar que de imediato o final pode ser um tanto quanto frustrante, mas algum tempo depois da leitura, ele passa a ser mais aceitável.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Coroa da Meia-Noite



"Celaena Sardothien agora trabalha como a campeã de um Rei a quem não é leal, apenas para tentar conquistar sua tão sonhada liberdade. Em meio as missões que é obrigada a cumprir, a assassina acaba se deparando com segredos perigosos que envolvem o atual monarca e que podem colocar todo o povo de Erilea em perigo."


Por ter levado alguns meses entre a leitura do primeiro e do segundo livro, acabei me esquecendo de vários pontos da história, o que me atrapalhou um bocado no início de Coroa da Meia-Noite. Já não lembrava de muitos personagens que eram citados e nem mesmo, acontecimentos importantes do primeiro volume.

Passado todo o estranhamento causado por esse tempo entre uma leitura e outra, mergulhei de cabeça na história da assassina de Adarlan, que tem um ritmo agradável e envolvente de narrativa, mostrando pontos de vista de personagens diferentes em seus capítulos, mesmo sendo narrado em terceira pessoa.


O enredo é simples, e segue alguns clichês do gênero, onde uma pessoa é a escolhida para derrotar o mal que assola o mundo em que vive, mas os personagens da saga Trono de Vidro são cativantes, fazendo com que você se apaixone por eles, ainda que em alguns momentos, queira soca-los.

Em meio a traições e segredos, finalmente conhecemos o lado letal de Celaena, descobrimos mais sobre suas habilidades como a famosa assassina de Adarlan e sobre seu passado. Mesmo com diversas cenas de luta e toda a carga dramática que traz a personagem, seu humor afiado garante ótimas interações, principalmente com o capitão Chaol Westfall, que por sinal, continua sendo o meu preferido.

Fiquei feliz quando algumas de minhas previsões durante a leitura falharam, afinal, isso mostra que a história não era tão previsível quanto eu imaginara.


O romance tem parte importante no enredo e ocupa boa parte das páginas, mas não deixou a história melosa ou cansativa. Gostei como as complicações apareceram e se resolveram, sem grandes rodeios e com drama na medida certa.

Estou bem ansiosa (tipo, queria para agora) para adquirir o terceiro volume da saga, Herdeira de Fogo, e saber qual será o peso das descobertas feitas nos últimos capítulos de Coroa da Meia Noite.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Legend



Legend é o primeiro volume da trilogia distópica escrita por Marie Lu, ambientado na cidade de Los Angeles no ano de 2130.

June é a militar mais jovem e uma das mais habilidosas e Day é o criminoso mais procurado pela república. Dois mundos diferentes que acabam se cruzando quando o irmão de June é assassino e Day é considerado o principal suspeito.
Decidida a encontrar e prender o assassino de seu irmão, June acaba se deparando com descobertas perigosas sobre a sociedade em que vive.

O livro tem uma premissa bem simples, com um enredo tipico de séries distópicas e não destoa muito do esperado.
O fato dos personagens serem muito bons em tudo, faz parte da premissa da história, mas acaba incomodando um tantinho. Ainda não conheci os defeitos deles, o que na minha opinião, os tornaria muito mais interessantes.
Também não sou muito a favor de fazer os protagonistas tão jovens. Entendo que a ideia era eles serem bons de mais para sua idade, mas acho que a ideia de homens de quase trinta anos interessados em uma adolescente de quinze anos é um tanto quanto perturbador.

Apesar de não ser surpreendente, Legend tem cenas de ações bem interessantes, com ótimas descrições e um ritmo muito bom de leitura. Os capítulos são intercalados entre os personagens, criando dinâmica na narrativa. As revelações são feitas de forma fluída, sem grandes dramas e enrolações.


segunda-feira, 26 de março de 2018

Travessia



Travessia é o segundo volume da trilogia Destino, da autora Ally Condie.
O livro é narrado pelos pontos de vista de Cassia e Ky, alternadamente, mostrando a jornada dos dois para se reencontrar fora da sociedade e todas as dúvidas sobre se juntar a rebelião.

Juntos com novos personagens, os dois precisam se defender da sociedade, descobrir mais sobre a crescente rebelião e decidir que tipo de influencia isso terá sobre seu relacionamento e sobre si mesmos.

Apesar de ter uma escrita fluída e mais rápida, o segundo volume te prende menos que o primeiro, que continha uma enfase maior na descrição da sociedade e a na apresentação daquele mundo, enquanto o foco do segundo livro, foi os sentimentos dos personagens com relações aos novos acontecimentos em sua vida e a introdução da Insurreição (rebelião) na história, o que foi até interessante e não deixou que o romance não fosse o único elemento.

Cassia é uma protagonista ok! Não tenho muito o que dizer sobre ela. Apenas fico feliz que ela seja de alguma forma, uma personagem independente e decidida.
Já Ky me irrita um pouco, pois ele é simplesmente bom em tudo o que faz e sabe fazer absolutamente tudo, tornando-o um personagem cansativo.

Em um contexto geral, foi um leitura agradável, sem grande acontecimentos ou surpresas, mas que deixou um bom plot de virada para o terceiro e último livro, Conquista.




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segunda-feira, 19 de março de 2018

Gilmore Girls: I love you, you idiot



I Love You, You Idiot é um livro que acompanha determinados episódios da série Gilmore Girls, de forma bem fiel, mas mostrado pelo ponto de vista de Rory.

Esse é o primeiro livro em inglês que eu li sem que fosse indicação do curso, e por não se tratar de uma escrita própria para estudos, confesso que o achei mais difícil.

Quem assistiu a série sabe que as protagonistas tem uma forma muito peculiar de falar, com frases rápidas e piadas fora de contexto, o que atrapalha um pouco a leitura quando você se depara com uma palavra que não conhece, afinal, ela pode não ter relação com as frases seguintes.

De certa forma, não poder seguir o contexto pode ser bom, pois te obriga a pesquisar a palavra para entender a frase.

Apesar de achar o texto, cheio de contrações e referências que eu não conheço, um pouco difícil, consegui concluir a leitura e não fiquei perdida, afinal, eu já conhecia a história.

Além de treinar o inglês, essa foi uma boa leitura para matar saudades de Stars Hollow.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Harry Potter e as Relíquias da Morte

livro Harry Potter e as Relíquias da Morte

Em Harry Potter e as Relíquias da Morte, continuamos a acompanhar Harry em sua jornada para encontrar as Horcruxes e destruir Lord Voldermort.

Durante sua perigosa missão, Harry, Roni e Hermione ainda precisam desvendar alguns mistérios sobre o caminho que Dumbledore planejou para eles, que traz para a vida dos jovens muitas dúvidas e frustrações, gerando desavenças no grupo.

O sétimo, e último, livro da série tem um ritmo mais arrastado e cansativo, o que penso talvez ter sido proposital, para que pudéssemos nos sentir como os protagonistas, nos aproximando mais de seus sentimentos e do clima da história.

Como muitos já sabem, esse é a livro da saga com o maior número de mortes, e posso dizer que as cenas narradas são bem tocantes na versão escrita. Aliás, muitos detalhes ficaram de fora da adaptação cinematográfica, alguns deles eu diria serem bem relevantes. Sabemos que é impossível adaptar tudo em um filme (ou dois no caso de as Relíquias da Morte), mas alguns pontos que não foram mencionados poderiam ter tornado o roteiro bem mais interessante e explorado melhor o potencial de alguns personagens.


Obs: Luna Lovegood (interpretada por Evanna Lynch) é uma única personagem, na minha opinião, que é bem mais interessante nas adaptações do que no original.

atriz Evanna Lynch como Luna Lovegood


Obs 2: Não estou dizendo que ela é a melhor personagem dos filmes, mas sim que é a única que gostei mais da versão cinematográfica.

Obs 3: Essa observação é só para dizer que Neville é um personagem foda ótimo. Ele merecia esse crédito :p

ator Matthew Lewis como Neville Longbottom com a espada de Gryffindor

Apesar de ser um bom livro, o final da série me deixou um pouco decepcionada, ainda que eu soubesse como acabava.

O capítulo de encerramento me pareceu pouco convincente, com diálogos sem "química" e muitos personagens sendo apresentados superficialmente, o que não ocorre nos outros livros, onde tudo é muito bem descrito.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

capa do livro Harry Potter e o enigma do príncipe

Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe (sexto livro da série) acompanhamos Harry em uma série de descobertas sobre o passado de Lord Voldemort, enquanto também investiga o jovem Malfoy, que ele acredita estar tramando algo maléfico e perigoso.


Quando assisti ao filme, não sabia a quantidade de informações que estavam sendo negligenciadas na adaptação desse livro, e agora, consigo entender a revolta dos fãs sobre a Gina do cinema.

Apesar de não gostar de algumas atitudes da personagem (como a implicância gratuita que ela e outras mulheres tem com Fleur), a Gina do livro tem muito mais presença, coisa que meio que acontece com todos os personagens da saga, que acabam tendo sua personalidade amenizada nas adaptações.


Fiquei bastante envolvida com a leitura, que tem um ritmo agradável, até mesmo em momentos em que parece não acontecer nada de muito importante.

Gosto do cuidado que J. K Rowlling dá as descrições de personagens já conhecidos, porque muitas vezes, detalhes se perdem de nossa memória entre um livro e outro, principalmente por nos atentarmos tanto aos acontecimentos, e muitas vezes não lermos toda a série de uma vez.


Achei as viagens pelas lembranças de algumas pessoas um dos pontos mais interessantes da história, nos mostrando um pouco mais do passado de Voldemort e os atos que o tornaram o bruxo mais temido do mundo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Destino

capa do livro destino

Destino é o primeiro livro de uma trilogia, escrita por Ally Condie, e acompanha a vida de Cassia, uma jovem que acaba de receber um par escolhido pela sociedade.

Cassia sonhava com esse momento durante toda sua vida, mas as coisas começam a complicar quando dois rostos aparecem na tela que mostraria seu futuro marido.


Como o enredo principal tinha base em algo de que eu já estou cansada em livros do gênero, o triangulo amoroso, minhas expectativas estavam bem baixas, mas fiquei muito feliz em estar enganada a respeito desse livro, que acabou se mostrando surpreendentemente bom.

O triângulo não ocorre como na maioria dos livros que já li. Cassia não está dividida entre o amor de dois rapazes que competem por sua atenção, mas sim sobre duas possibilidades de vida diferente. É mais sobre aceitar o conhecido e seguro ou abraçar o novo e potencialmente perigoso.

Junto com essa decisão, novas descobertas fazem o coração da jovem se encher de dúvidas sobre a supostamente perfeita sociedade em que vive e todas as "vantagens" que ela oferece.


A descrição da sociedade e dos lugares é bem interessante. Fiquei bem intrigada para saber mais sobre os costumes e normas desse mundo, que as vezes, não parece tão distante.


Ps: A capa do livro é uma das mais feias e sem graça que já vi, provavelmente nunca teria reparado nela se não tivesse lido uma indicação na internet. Depois de ler a história, percebo alguns significados legais nela, a entendo um pouco melhor, mas ainda não acho bonita :p

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Medieval: Lenora dos Leões


    A última história do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica, Lenora dos Leões, é escrita por Helena Gomes e acompanha a história da jovem Lenora, sequestrada por seu tio, o rei, que a mantém sempre por perto, como seu brinquedo.
    Apesar de prisioneira, a garota considera o cruel e vingativo rei como a um pai, já que ele lhe proporciona a única vida que conhece.

     A história é cheia de acontecimentos de guerra, conflitos e traições, que acabam não se adequando ao estilo de conto, fazendo parecer que tudo está sendo contado as pressas, com detalhes que nunca serão desenvolvidos, não se integrando com o enredo.

     Como não gosto de livros com cenas de violência sexual, acho válido avisar que esse livro as contém e esse é um dos motivos pelos quais eu não apreciei a leitura, que acaba de certa forma, romantizando todo o abuso que Lenora sofre nas mãos do tio.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Medieval: A flor vermelha


     A Oitava história do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica, é A Flor Vermelha, releitura escrita por Karen Alvares, e conta a história de Pingyang, uma princesa que lutou para proteger sua família e libertar o povo da tirania do imperador.

     A Flor Vermelha tem uma escrita envolvente, cheia de boas cenas, misturando romance, superação e lutas, com uma dinâmica interessante, misturando passado e presente.
     Infelizmente, apesar de anunciado logo nas primeiras linhas da história, o desfecho foi um pouco corrido, não passando toda a emoção que aquele fim merecia.

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Medieval: O grande livro do fogo


     A sétima história do livro Medieval: Conto de Uma Era Fantástica foi escrito por Ana Lúcia Merege e se chama O Grande Livro do Fogo, onde acompanhamos a jornada de uma mercador, sua filha e um rico estudioso em busca do poderoso livro dos Jinns (gênios).

     O conto é simples e contém vários elementos básicos de uma aventura clássica, mas alguns acontecimentos são um tanto quanto convenientes para a solução dos problemas enfrentados pelos três viajantes, o que torna a história um pouco previsível.
       A leitura é dinâmica e rápido e o enredo tem bastante ação. Os personagens se mantém fieis as suas características do inicio ao fim do conto, o que trás veracidade a eles.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Medieval: A dama negra e a donzela de palha


     O sexto conto do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica, A Dama Negra e a Donzela de Palha, foi escrito por Nikelen Witter e conta a história de Edward, que quando bem novo, conheceu e ajudou uma mulher misteriosa, o que acabou revelando coisas sobre si mesmo que ele desconhecia e que mudou completamente sua vida.

    O conto é bem interessante, com uma narrativa envolvente e fluída, que te da vontade de saber mais, conhecer os detalhes que não foram contatos. 
     Infelizmente o final foi um pouco decepcionante, pois ocorreu de forma abrupta e meio apressada, ainda que aprecie finais mais abertos, espera um pouquinho mais de conclusão.

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Sombra e Ossos

livro sombra e ossos

Sombra e Ossos é o primeiro livro da Trilogia Grisha, escrito por Leigh Bardugo, e conta a história de Alina, uma órfã que nunca se sentiu pertencente a lugar nenhum. Ela serve o exército de seu pais em guerra ao lado de seu amigo de infância.

Em uma nova expedição pela dobra, lugar tomado pelas sombras e criaturas perigosas, Alina irá descobrir que seu destino lhe reserva muito mais do que ela poderia imaginar, arrastando-a para um mundo que nunca pensou em fazer parte.

mapa do livro sombra e ossos

O livro tem um bom ritmo, com escrita fluída e detalhada.

Alina foi construída de maneira convincente, capaz de despertar empatia no leitor, ainda que sua baixa autoestima seja um pouco cansativa.

Alguns pontos do livro não são muito originais ou surpreendentes (arrisco a dizer que beiram um clichê), mas com uma boa narrativa e um cenário diferenciado dos que estamos acostumados a conhecer em histórias de fantasia, Sombra e Ossos consegue te prender. Devorei o livro em pouquíssimo tempo e estou bem curiosa para ler o desenrolar dessa trilogia.

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Medieval: Kitsune


     O quinto do conto do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica foi escrito por Erick Santos Cardoso e conta a história de um homem desesperado, apelidado como Kitsune, que tenta acabar com a própria vida para fugir da desonra. Ele acaba recebendo uma estranha proposta de uma raposa com habilidades mágicas que o permite conhecer um pouco sobre um lado que ele não conhecia das pessoas que o cercavam.

     A história é pouco clara e algumas vezes me deixou confusa sobre o que estava acontecendo, devido as suas descrições.
     O enredo é simples e sem grandes acontecimentos que prendam a atenção.

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Medieval: Sacrifício


     O quarto conto da antologia Medieval: Contos de Uma Era Fantástica foi escrito por Eduardo Kasse a mostra um pouco sobre algumas tradições vikings antes de uma expedição pelo mar.

     Em Sacrifício acompanhamos um grupo de irmão em seus rituais, costumes e combates, parte interessante do conto, onde podemos ter uma visão de um mundo bem diferente do que estamos acostumados.

     Acredito que a parte de introdução do conto pareça ser meio longa, já que acontecimento principal fica condensado nos últimos parágrafos, meio corrido, tornando dificil se envolver de verdade com aquelas cenas narradas.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Vida e Morte

livro vida e morte

     Vida e Morte é uma edição especial de aniversário do livro Crepúsculo, onde a mesma história é contada, mas dessa vez o protagonista é Beau Swan, um adolescente descoordenado e deslocado que se apaixona por Edythe Cullen, uma vampira.

     A história segue em grande parte o mesmo roteiro, com algumas alterações, que não posso detalhar para não soltar spoilers.
     Assim como Crepúsculo original, Vida e Morte tem uma escrita leve e fácil, prazerosa de ler, se você não se incomodar com o excesso de romantismo (melação mesmo).

      Apesar de ter gosta de ver a garota (Edythe) ser a mais forte fisicamente da relação e achar interessante ler os personagens em outra perspectiva, no caso de Beau/Bela, eu preferi o original, pois a garota, ainda que meio apagada, tinha um pouco mais de atitude, de teimosia, deixando sua personalidade um pouco menos passiva. Já Edythe/Edward os dois ficaram no mesmo nível para mim.


crepúsculo edição especial


     A edição do livro continha vários erros de digitação, muito mais do que seria aceitável para um livro tão famoso de uma editora grande. Algumas vezes os artigos estavam trocados, o que atrapalha a leitura, principalmente devido ao fato de você tentar se desconectar da imagem do livro original e imaginar os personagens com os gêneros trocados.