sábado, 8 de junho de 2024

A falta que o Home-Office me faz

Uma bonequinha de cabelo azul dormindo feliz sobre a bancada de trabalho, sob um fundo azul com os dizeres Querido Home-Office em amarelo

 

Antes do período de isolamento da pandemia eu já estava trabalhando há alguns meses no modelo Home-Office, corrigindo redações de forma autônoma para plataformas de estudos. Passei aproximadamente quatro anos exclusivamente neste modelo de trabalho, até que retornei para as bibliotecas, em estágios da faculdade.

Atualmente estou trabalhando em uma biblioteca escolar, ambiente ao qual já estou bem familiarizada, e gosto bastante da empresa que estou, mas, ainda sim, não consigo deixar de sentir falta das liberdades que o Home-Office me proporcionava. 

Apesar de sempre estudar e trabalhar de manhã, nunca fui uma pessoa muito matutina, por isso, acordar cedo sempre foi difícil. Poder organizar meus próprios horários, dormir mais e trabalhar nos meus picos de produtividade (fim da tarde e começo da madrugada) é só uma das vantagens do trabalho remoto. A hora tranquila para o almoço, o afago nos gatinhos no meio da tarde, a pausa quando a cabeça e/ou o corpo pede...

As vezes, quando estou no meu local de trabalho, em momentos de menor movimento, aqueles poucos minutos de "tempo ocioso" demoram para passar e eu me sinto um tanto reclusa, sem saber o que está acontecendo no mundo la fora. Uma das desvantagens de não trabalhar em casa, que também incluem o tempo de deslocamento (que não é muito) e não poder resolver coisas em tempo comercial, como ir ao banco.

Mas, com toda certeza, uma das coisas que eu mais sinto falta é poder trabalhar com música. E eu não falo de uma musiquinha tocando discreta no meu fone de ouvido, por que isso as vezes eu consigo fazer. O que eu gosto é de ouvir música alta, cantar desafinado enquanto realizo minhas atividades e, as vezes, até dançar um pouquinho. Esse é o tipo de excentricidade que só dá para fazer sem julgamento (ou com menos, já que meu marido era obrigado a lidar com isso) no conforto do meu escritório em casa.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Fondue e Festival de Caldos no Dona Angola

Imagem de um creme de milho com calabresa

 


Sou uma apaixonada por caldos (coisa que seria inconcebível para a Andressa criança, que não suportava sopa), por isso, assim que o tempo esfriou, já fui atrás de um lugar que tivesse um festival de caldos e encontrei o Dona Angola (restaurante que eu já conhecia), em Santos. 

Marquei de ir e arrastei o Rafa (meu marido que não come sopa de jeito nenhum). Por sorte, eles tem uma combinação de fondue e caldos por R$ 188,00 o casal, preço salgadinho, diga-se de passagem, mas que possibilitaria que o Rafael não ficasse apenas me vendo comer.

O festival contou com seis opções de caldos, dos quais eu comi 4. Os sabores foram boas escolhas,  no entanto, a execução foi mediana. Nenhum dos caldos estava extremamente gostoso e senti falta do queijo parmesão ralado nas opções de extras para colocar nos pratos. O fondue é um pouco pequeno para quem vai ficar só nele, mas  como eu comi as outras opções, fiquei satisfeita. O gosto é razoável apenas.

Fondue de Queijo

O ambiente do restaurante é agradável e o atendimento bom, mas estava mais cheio do que me fizeram crer quando perguntei se precisaria fazer reservas no meio da semana. Claro, culpo a frente fria repentina que se abateu sobre o litoral naquele dia. Então, minha dica é fazer reserva se decidir ir, mesmo que pareça ser um dia sem movimento.


Em resumo, o rolê foi bom, mas colocando na balança preço e sabor, foi um tanto quanto caro.


terça-feira, 4 de junho de 2024

Maio e o feriado que não devia acabar

A palavra Maio entre duas bonequinhas de cabelo azul, uma descansando lendo um livro e a outra varrendo o chão.

 



Trabalhei muito no mês de maio, descuidei da academia, entreguei o pior TCC da minha vida (em questão de qualidade mesmo), sai um pouco (para comer, claro) e li quase nada (poderia dizer que foi falta de tempo, mas a preguiça teve uma boa parcela de culpa nisso).

O mês terminou em um maravilhoso feriado, que vai deixar saudades. Nesse fim de semana prolongado fez um clima ótimo, fresco, mas com sol, que permitiu descanso e produtividade na medida certa. Fiz faxina, reformei uma cômoda (vídeo sobre essa reforma), terminei uma série e um livro e dei uma voltinha na praia. Por mim ele poderia durar mais uns três dias, tranquilamente. Voltar a trabalhar na segunda foi difícil. 

Eu lendo Mariposa Vermelha em companhia do Bolas.



Gavetas da cômoda com corrediças novas e pintura em andamento.


Resumo do mês:

Dois livros: Dexter e Mariposa Vermelha.
Uma série finalizada: Mom / Uma série iniciada: Entrevista com Vampiro.

Resumo musical do mês:

Música mais ouvida "Dance with the devil", Banda The Rasmus, 9594 minutos de música.
Resumo do Spotify