segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Outubro- socializar ou descansar?

  

A palavra outrubro em branco sobre a silhueta de uma montanha russa, fundo azul, ladeada por uma abobora de halloween e um morcego

Outubro foi um mês que passou voando. Trabalhei bastante e sai em alguns finais de semana, o que me manteve bem ocupada e me deixou bem cansada (mais do que eu geralmente já sou).

No começo do mês, jogamos boliche e, pela primeira vez, eu derrubei pinos em todas as minhas jogadas. Já me considero profissional 😂. Também conhecemos o Bossa Café e Bistrô, onde pedimos um delicioso "brunch" e experimentamos uns cafés diferentões.

Ovos com tomate confit
Ovos com tomate confit

Bolo de chocolate com pistache
Bolo de chocolate com pistache


Conhecemos uma hamburgueria perto de casa com um preço bem legal.


Em um fim de semana, que eu não descansei, fui com o pessoal do trabalho conhecer o Museu do Ipiranga e a exposição "Um defeito de cor", no SESC Pinheiros.

Fachada do museu do Ipiranga
Museu do Ipiranga

Vista do Museu do Ipiranga


Placa da exposição "defeito de cor" com nomes de artistas sob um fundo preto
Exposição "Um Defeito de Cor"


No dia 27, passamos o dia no Hopi Hari, que eu nunca tinha ido, e descobri que eu não tenho só medo de altura e problemas com coisas que giram e balançam, também tenho medo de velocidade rsrs. Foi um passeio legal, mas eu definitivamente não fui feita para os brinquedos de parque de diversão.

Minha mãe, eu, minha amiga Vivian e meu marido Rafael em frente a entrada do parque, com o fundo desfocado
Mãe, eu , Vivian e Rafael na entrada do parque


Casas estilo velho oeste do Hopi Hari
Um dos cenários do Hopi Hari

Para finalizar o mês, o melhor dia de todos, o Halloween, também conhecido como meu aniversário. Como ele caiu no meio de semana, o rolê foi básico, um rodízio no PizzaCo, que teve a presença de alguns monstros (que eu não sabia que estariam lá rsrs).


Eu, o Rafael e uma freira/monstro na pizzaria
A foto está horrível porque só fizemos vídeos e estava escuro


Imagem do meu bolo, com duas velinhas azuis de número 3


Obs: não li nada e estudei menos do que devia.

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Julho, as não férias com muitos rolês.

O mês de julho começou comigo me tornando oficialmente uma Bacharel em Biblioteconomia \o/. Uma faculdade a menos para fazer 😜. Junto com a minha formatura veio o fim do meu contrato de estágio na escola em que eu trabalho, então agora sou oficialmente uma funcionária contratada. Com tanto tempo de estágio e trabalho autônomo, fazia tempo que minha carteira não via um registro CLT. Já tenho planos para o 13º que eu nem recebi ainda.


Junho e julho são meses de muitos aniversários na minha família, o que me fez gastar mais do que eu deveria confesso, mas também me proporcionou bons rolês e comidas gostosas. 

Lasanha do Festival de Massas do Pipa Pizza e Pasta


Para comemorar o aniversário do meu marido, aproveitamos um final de semana prolongado que eu ganhei fomos fazer uma viagem de bate volta para Curitiba. Sim, ir e voltar praticamente no mesmo dia em uma viagem de 6h para ir e 6h para voltar, porque eu fingi que sou uma pessoa com energia para isso.

Eu e meu marido no ônibus de viagem


Apesar de cansativa, a viagem foi boa e conhecemos parques com belos visuais. Andamos muito e passamos por mais pontes altas de madeira e ferro do que minha "fobia" de altura gostaria, mas como vocês podem ver pelas imagens eu até que dei conta.

Vista do parque Tangua


Passeio público


O restaurante que nos programamos para tomar café da manhã acabou abrindo mais tarde naquele dia (somos ou não sortudos?), o que foi um tanto quanto frustrante. Já no café da tarde planejamos comer em um lugar, mas na frente dele tinha um Café Cultura e decidimos pular para lá, onde comemos ovos deliciosos. Foi um bom achado. 

Café Cultura

Ovos Benedict

Assisti algumas séries e comecei uma leitura, mas acabei não concluindo, pois estou bem preguiçosa. Chego em casa e só quero comer e ficar largada no sofá. Porém, mesmo com toda a preguiça, esse mês eu voltei para o Pilates (pagar só a academia e não ir já não era suficiente).

sábado, 8 de junho de 2024

A falta que o Home-Office me faz

Uma bonequinha de cabelo azul dormindo feliz sobre a bancada de trabalho, sob um fundo azul com os dizeres Querido Home-Office em amarelo

 

Antes do período de isolamento da pandemia eu já estava trabalhando há alguns meses no modelo Home-Office, corrigindo redações de forma autônoma para plataformas de estudos. Passei aproximadamente quatro anos exclusivamente neste modelo de trabalho, até que retornei para as bibliotecas, em estágios da faculdade.

Atualmente estou trabalhando em uma biblioteca escolar, ambiente ao qual já estou bem familiarizada, e gosto bastante da empresa que estou, mas, ainda sim, não consigo deixar de sentir falta das liberdades que o Home-Office me proporcionava. 

Apesar de sempre estudar e trabalhar de manhã, nunca fui uma pessoa muito matutina, por isso, acordar cedo sempre foi difícil. Poder organizar meus próprios horários, dormir mais e trabalhar nos meus picos de produtividade (fim da tarde e começo da madrugada) é só uma das vantagens do trabalho remoto. A hora tranquila para o almoço, o afago nos gatinhos no meio da tarde, a pausa quando a cabeça e/ou o corpo pede...

As vezes, quando estou no meu local de trabalho, em momentos de menor movimento, aqueles poucos minutos de "tempo ocioso" demoram para passar e eu me sinto um tanto reclusa, sem saber o que está acontecendo no mundo la fora. Uma das desvantagens de não trabalhar em casa, que também incluem o tempo de deslocamento (que não é muito) e não poder resolver coisas em tempo comercial, como ir ao banco.

Mas, com toda certeza, uma das coisas que eu mais sinto falta é poder trabalhar com música. E eu não falo de uma musiquinha tocando discreta no meu fone de ouvido, por que isso as vezes eu consigo fazer. O que eu gosto é de ouvir música alta, cantar desafinado enquanto realizo minhas atividades e, as vezes, até dançar um pouquinho. Esse é o tipo de excentricidade que só dá para fazer sem julgamento (ou com menos, já que meu marido era obrigado a lidar com isso) no conforto do meu escritório em casa.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Fondue e Festival de Caldos no Dona Angola

Imagem de um creme de milho com calabresa

 


Sou uma apaixonada por caldos (coisa que seria inconcebível para a Andressa criança, que não suportava sopa), por isso, assim que o tempo esfriou, já fui atrás de um lugar que tivesse um festival de caldos e encontrei o Dona Angola (restaurante que eu já conhecia), em Santos. 

Marquei de ir e arrastei o Rafa (meu marido que não come sopa de jeito nenhum). Por sorte, eles tem uma combinação de fondue e caldos por R$ 188,00 o casal, preço salgadinho, diga-se de passagem, mas que possibilitaria que o Rafael não ficasse apenas me vendo comer.

O festival contou com seis opções de caldos, dos quais eu comi 4. Os sabores foram boas escolhas,  no entanto, a execução foi mediana. Nenhum dos caldos estava extremamente gostoso e senti falta do queijo parmesão ralado nas opções de extras para colocar nos pratos. O fondue é um pouco pequeno para quem vai ficar só nele, mas  como eu comi as outras opções, fiquei satisfeita. O gosto é razoável apenas.

Fondue de Queijo

O ambiente do restaurante é agradável e o atendimento bom, mas estava mais cheio do que me fizeram crer quando perguntei se precisaria fazer reservas no meio da semana. Claro, culpo a frente fria repentina que se abateu sobre o litoral naquele dia. Então, minha dica é fazer reserva se decidir ir, mesmo que pareça ser um dia sem movimento.


Em resumo, o rolê foi bom, mas colocando na balança preço e sabor, foi um tanto quanto caro.


terça-feira, 4 de junho de 2024

Maio e o feriado que não devia acabar

A palavra Maio entre duas bonequinhas de cabelo azul, uma descansando lendo um livro e a outra varrendo o chão.

 



Trabalhei muito no mês de maio, descuidei da academia, entreguei o pior TCC da minha vida (em questão de qualidade mesmo), sai um pouco (para comer, claro) e li quase nada (poderia dizer que foi falta de tempo, mas a preguiça teve uma boa parcela de culpa nisso).

O mês terminou em um maravilhoso feriado, que vai deixar saudades. Nesse fim de semana prolongado fez um clima ótimo, fresco, mas com sol, que permitiu descanso e produtividade na medida certa. Fiz faxina, reformei uma cômoda (vídeo sobre essa reforma), terminei uma série e um livro e dei uma voltinha na praia. Por mim ele poderia durar mais uns três dias, tranquilamente. Voltar a trabalhar na segunda foi difícil. 

Eu lendo Mariposa Vermelha em companhia do Bolas.



Gavetas da cômoda com corrediças novas e pintura em andamento.


Resumo do mês:

Dois livros: Dexter e Mariposa Vermelha.
Uma série finalizada: Mom / Uma série iniciada: Entrevista com Vampiro.

Resumo musical do mês:

Música mais ouvida "Dance with the devil", Banda The Rasmus, 9594 minutos de música.
Resumo do Spotify





quarta-feira, 3 de abril de 2024

Março passou e eu só trabalhei e dormi

 


O mês de março acabou e com ele minhas baterias. Com meu novo horário de trabalho e meu cansaço crônico, confesso que não fiz muito mais do que dormir nas horas vagas. Não li nada, assisti pouca coisa e sai menos ainda (pelo menos teve uma boa descoberta de pizzaria). A vida do proletário não é fácil!

Além de trabalhar e dormir, também tenho ido à academia, com menos frequência e empenho do que eu gostaria (e do que seria recomendado), mas estou tentando. Queria muito voltar para minhas atividades físicas (karatê, pilates e pole-dance), mas não sei examente em que horas inexistentes do meu dia as enfiaria (e nem em que orçamento). Então, por enquanto vamos de musculação e algumas aulinhas de FitDance mesmo (o diminutivo tem mais relação com meu pífio desempenho do que com as aulas).

Espero que em abril pelo menos consiga voltar a ler com mais frequência, por que a vontade de comprar livros persiste, mas me proíbo com essa quantidade de livros encalhados na estante.

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Fevereiro acaba de molho em casa

 


No finzinho de Janeiro, início de Fevereiro, eu iniciei um novo horário de trabalho, mais longo, e precisei me adaptar a essa minha nova rotina, sem os meus preciosos cochilinhos (as vezes nem tão inhos assim) no período da tarde. Na verdade ainda estou me acostumando, por isso, é possível que vocês me vejam com cara de acabada nos próximos posts das outras redes sociais.

O mês todo foi praticamente só trabalho, academia (que estou tentando tornar um hábito, mas não está sendo fácil) e um pouco de leitura. Terminei "A Vida Invisível de Addie LaRue" e amei (tem resenha em vídeo).

Já na última semana do mês, uma surpresa nada agradável, peguei, pela primeira vez, Covid-19. Mesmo que minha família toda já tivesse pegado 3 vezes (bem unidos, tudo ao mesmo tempo) eu ainda estava invicta. Mas dessa vez não consegui escapar. Felizmente, graças as vacinas, ela veio só como uma gripe chata. Os hospitais estão bem cheios (Covid e Dengue por todos os lado), então conseguir fazer o exame e pegar meu atestado (para não sair por aí espalhando ainda mais o vírus) foi bem trabalhoso e cansativo. Agora é me hidratar e me manter quietinha nos próximos dias. 

Vamos nos cuidar, galera. Repelente para a Dengue, máscara aos primeiros sintomas gripais e manter as vacinas em dia, hein.

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Janeiro- muitos shows, pouco dinheiro

 


Eita, que mês longo para um salário curto!

O ano começou com um janeiro que parecia não acabar nunca, muitas contas para pagar e uma fatura no cartão de crédito que a Andressa do futuro vai precisar lidar. Ela que lute!

Apesar de estar lisa, consegui ir em vários shows, pois já tinha me antecipado e comprado no ano passado, quando o festival de verão de Praia Grande foi anunciado. Teve Pedro Sampaio, Jão, Pabllo Vittar, Jota Quest, Raça Negra, Roupa Nova (que faz parte de uma tradição anual minha e da minha mãe), cover do Elvis, Banda Melles e, o mais animado, Alexandre Pires. 





Foi um mês bem agitado, principalmente para mim, que tenho uma alma de cansada, mas bem proveitoso. Além de todos os "rolês", iniciei minhas leituras (até o momento, amando A Vida Invisível de Addie LaRue), voltei para academia e iniciei um novo mais longo horário de trabalho (afinal, a Andressa do futuro vai realmente precisar trabalhar mais para pagar a fatura de janeiro).