segunda-feira, 6 de abril de 2026

Resenha: Quando Acreditávamos em sereias

 


O livro acompanha da médica plantonista Kit em busca de informações sobre sua irmã, Josie, que ela acreditava estar morta há pelo menos 15 anos, mas que apareceu de relance em uma matéria de TV na Nova Zelândia.

Kit saí de sua rotina com a missão de encontrar a irmã e tentar compreender porque ela supostamente teria fingido a própria morte. Durante esse período, ela precisa lidar com lembranças difíceis do passado e remexer em traumas profundos.

Quando Acreditávamos em Sereias, livro de Barbara O'Neal, é um mergulho (ba dum tss) nos sentimentos e memórias dos personagens, retratando situações delicadas, sejam elas felizes ou muito dolorosas, por isso aqui fica meu alerta de gatilho. O livro trata sobre abandono, negligência familiar, abuso, drogas e traumas.

A obra se passa, em boa parte, dentro das lembranças dos personagens, narrado em trechos não lineares, o que nos deixa ansiosos para saber o final daquelas histórias, tendo em vista que nossa curiosidade é alimentada aos poucos.

Kit é uma mulher que aprendeu a ser forte e independente, mas que carrega marcas que ainda impõem barreiras na forma como ela se relaciona com os outros, incluindo o músico sedutor Javier, com que ela se envolve durante sua busca em Auckland.

Javier é, na minha opinião, o ponto fraco história. Não porque ele é um personagem ruim, mas porque ele é pouco crível. Como a jornada de Kit é o enredo da história, sabemos a história de Javier em doses homeopáticas e sem grande aprofundamento e o fato dele ser tão perfeito o desloca muito da realidade.

Sobre os outros personagens do livro é difícil falar sem entregar muito da história, mas eles tem um desenvolvimento bem interessante, mostrando como situações da nossa infância nos moldam. Eles não são bons ou maus, eles são pessoas multifacetadas, cheios de erros que impactam diretamente na vida dos outros.


O livro me prendeu e foi uma leitura agradável, ainda que trate de temas sensíveis, mas o final da obra deixou um pouco a desejar. Problemas tão complexos não deveriam ser solucionados tão rapidamente.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O que assisti em Março



Por puro sentimento de nostalgia e por necessidade de algo para assistir que eu possa apenas desligar meu cérebro e me distrair, comecei a reassistir Smallville, que eu acompanhava quando criança, mas nunca vi até o final.

Ainda estou na primeira temporada, basicamente relembrando como o roteiro era ruim 😝






Estou acompanhando semanalmente a segunda temporada de The Pitt e estou gostando bastante. Acho interessante conhecer os personagens no pouco de tempo que eles tem ao longo da correria do pronto-socorro.

Um episódio por semana tem sido ótimo para mim, que já não consigo mais maratonar as séries.








Eu e mames decidimos ir ao cinema sem vontade de ver nenhum dos filmes que estavam em cartaz, então escolhemos pelo horário. Fui sem nenhuma expectativa, porque não curto muito de filmes que se passam no espaço, mas 
Devoradores de Estrelas foi bem diferente do que eu imaginava.

Divertido, levinho e com personagens que cativam.