segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Outlander

Cartaz de Outlander

       Outlander é uma série de romance histórico, baseada no livro homônimo escrito por Diana Gabaldon, e conta a história de Claire Beauchamp, uma mulher de atitudes modernas, que ao fim da segunda guerra, onde serviu como enfermeira, viaja com seu marido para uma segunda lua de mel na Escócia.
        Durante essa viagem, ela é lançada duzentos anos no passado, onde precisa sobreviver aos perigos de uma guerra eminente e se acostumar com costumes muito diferentes dos de seu tempo.


Claire Beauchamp no Craigh na Dun


       O grande trunfo dessa série, sem dúvidas, são seus personagens cativantes e bem construídos, cheios de camadas e histórias passadas.
       Claire, a protagonista interpretada por Caitriona Balfe, é inteligente, forte e um pouco teimosa, dona de uma convicção e um senso de justiça que incomodam muitos homens das antigas Terras Altas.
       Jamie (Sam Heughan) é um rapaz de passado sofrido e um bom coração, que apesar de ter sua cultura enraizada em seu comportamento, mantém a mente aberta  e se permite aprender com a jovem desconhecida de modos estranhos.
       Os dois formam uma boa dupla e tem ótimas cenas juntos, desde as engraçadas até as mais tensas.


Jamie ameaçando Claire com uma espada


        Outra personagem que merece muito ser citada é Jenny (Laura Donelly), irmã de Jamie. Uma mulher de pulso firme e personalidade marcante. Logo que ela apareceu, quase no fim da primeira temporada, tive uma certa antipatia por ela, mas Jenny logo se tornou uma das minhas personagens preferidas.


Jenny


       Infelizmente, ao contrário da criação dos personagens, o roteiro da série deixou muito a desejar. Com grande potencial para abordar temas políticos e esquemas de guerra, a história podia ter se tornado mais dinâmica e envolvente, mas acabou focando excessivamente na perseguição do Capitão Randall ao mocinho Jamie e em várias (várias meeeesmo) cenas de estupro ou tentativas dele, tornando o enredo fraco e sensacionalista. Vamos combinar que a banalização desse assunto já saturou? Até entendo que a vida das mulheres era difícil naquela época (não que não seja agora) e que Claire obviamente sofreria na mão de homens violentos, mas eles tornaram isso o grande enredo da série, deixando de lado a história em si.
       Outro ponto muito negativo é a capacidade de Jamie em estar sempre no lugar certo, na hora certa, sem que ao menos seja dada uma explicação de sua chegada perfeita, algo que chamo de fator Kenshin Himura (fãs de Samurai X vão entender do que estou falando :p), conhecido também como Deus ex machina.

       Após um final muito triste e violento, estou no aguardo da segunda temporada, esperando um foco maior na parte histórica do romance e torcendo para que ela seja bem desenvolvida.

       PS: não recomendo a série para menores de 18 anos, pois tem conteúdo sexual, violento e de tema pesado.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Dia da Visibilidade Trans

Hoje, dia 29 de janeiro, é comemorado o Dia da Visibilidade Trans, data escolhida para representar a luta de  uma minoria que infelizmente ainda sofre muito preconceito no Brasil.

Devemos aproveitar esse dia para aprender e ensinar mais sobre as diferenças, promovendo um mundo mais igualitário e justo para todos. 


Para quem ainda não sabe, uma pessoa trans é aquela que não se identifica com o gênero que lhe foi designado no momento de seu nascimento. 

Transexualidade fala sobre a identidade de gênero, como a pessoa se identifica, o que é erroneamente confundido com orientação sexual, que define com quem a pessoa se relaciona.

imagem retirada do google

Como não sou especialista para falar do assunto, resolvi trazer nesse post dois vídeos interessantes que explicam melhor o que é a transexualidade e como vivem as pessoas trans.



         Vídeo da Mandy Candy falando sobre como foi ser uma criança que não se identificava com seu gênero.




            Vídeo do canal Põe na Roda quebrando estereótipos sobre pessoas trans.
 


Durante muito tempo mulheres e homens trans se esconderam com medo do julgamento da sociedade. Devido a falta de informação, muitos jovens sofreram calados, sem entender o que acontecia em sua própria vida, principalmente durante a adolescência. Por isso a visibilidade e a representatividade são tão importantes, para que pessoas trans não precisem se sentir deslocadas e excluídas da sociedade, para que mais pessoas possam entender e aceitar as diferenças, para que todos sejam respeitados e tenham os mesmo direitos.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Freebie- Planner Semanal


     Depois de algum tempo sem oferecer Freebies aqui para vocês, hoje trago um planner semanal bem simples, para ajudar você a se organizarem.


Prévia do Planner.

      O tamanho da imagem para impressão é para uma folha de A4 e é bom para ser deixado em sua mesa de estudos, pendurado em um quadro de avisos ou até mesmo na porta da geladeira.

       Apesar de bem básico, foi feito com muito carinho e espero que seja muito útil. Para baixar basta clicar nesse botão logo abaixo, que irá utilizar um tweet ou post no facebook como forma de "pagamento" pelo download.




    

     Espero que gostem ^^

domingo, 22 de janeiro de 2017

O que assisti essa semana



     O filme Cisne Negro é um suspense/drama psicológico que conta a história da bailarina Nina Sayers (Natalie Portman), que depois de muitos anos de dedicação consegue uma chance para o papel principal em uma apresentação de O Lago dos Cisnes.
      Obcecada em manter o papel e ser perfeita em tudo o que faz, Nina entra em conflito com sua própria sanidade.
     Cisne Negro foi indicado para vários prêmios e rendeu a atriz Natalie Portman o Oscar de melhor atriz. Sua atuação foi definitivamente o ponto alto do filme, que tem uma história interessante, mostrando como toda a pressão exercida tanto pelos outros quanto pela própria personagem pode interferir em sua vida.
     Como eu demorei muito para assistir e ouvi diversas pessoas elogiando esse longa, acabei ficando um pouquinho decepcionada, já que esperava algo mais surpreendente e menos repetitivo, pois muitas de suas cenas seguiam uma única abordagem, mas no geral não é um filme que eu considere ruim.



     Qual Seu Número? é uma comédia romântica estrelada por Anna Faris e Chris Evans que acompanha a busca de Ally por seu grande amor.
     Surpresa pela quantidade de homens com quem já transou, ela decide encontrar seu futuro marido entre seus ex-namorados, evitando assim que sua lista se tornasse ainda maior.
      O filme, apesar de divertido e de ter um elenco que me agrada, tem vários problemas, e eu nem levo em consideração o fato de ser previsível, afinal estamos falando de uma comédia romântica.
       No começo tentei relevar o fato do filme rotular e julgar mulheres que já tiveram muitos parceiros, acreditando que no final ele quebraria esse estereotipo e mostrasse que aquilo tudo que a protagonista acreditava era besteira, mas isso não aconteceu, tornando essa comédia decepcionante e extremamente machista.



    Orgulho e Preconceito e Zumbis é uma releitura do clássico de Jane Austen, que incorpora ao romance situado no século XIX um novo perigo, os mortos vivos.
     Elizabeth (Lily James) e suas irmãs são guerreiras altamente treinadas na arte de caçar zumbis, mas  isso não parece o bastante para atrair a atenção de Sr. Darcy (Sam Riley), que inicialmente destrata a jovem, tornando a convivência dos dois um tanto conturbada.
     O filme segue de forma bem semelhante aos acontecimentos do original Orgulho e Preconceito, mudando o necessário para a inserção dos zumbis nesse universo. Nada muito novo e o único elemento que me gerou certa surpresa é que boa parte das mulheres do filme sabem lutar, não apenas as integrantes da família Beneth.
     Apesar de uma premissa considerada meio "pastelão", por misturar dois gêneros tão distintos em uma história já muito conhecida, o filme não é de todo mal. Talvez por minhas expectativas serem baixas em relação a essa adaptação, eu não tenha me decepcionado tanto.



     Rogue One é um spin-off da franquia Star Wars, cujo os acontecimentos precedem o filme Uma Nova Esperança, e conta a história de como a Aliança Rebelde conseguiu os planos para destruir a principal arma do Império, a Estrela da Morte.

      O filme apresenta uma gama extensa de novos personagens, diferente dos volumes anteriores que mantinham sua base em três protagonistas, mas infelizmente eles foram pouco desenvolvidos, apesar de terem um grande potencial. As motivações de muitos dos envolvidos na missão principal da história ficaram um tanto inexploradas. Jyn Erso (Felicity Jones), a personagem central, foi a que recebeu obviamente maior atenção e detalhamento em sua história, mas de alguma forma, ainda pareceu pouco. Sabemos que ela foi separada de seus pais e que aparentemente teve uma vida dificil e só. Nenhum detalhe sobre como foi seu caminho ou sobre o seu caráter foi mencionado.
     Apesar do pouco aproveitamento dos personagens e de uma história um pouco previsível, para mim, Rogue One foi o melhor filme da franquia por não seguir exatamente a mesma forma de seus antecessores.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Músicas de Steven Universe parte 2

     Como já comentei em postagens anteriores, estou completamente viciada nessa criação de Rebecca Sugar, que além de ter uma história muito divertida e interessada, está recheada de ótimas canções.
     Resolvi fazer a parte dois da playlist de Steven Universe, pois várias músicas que amo ficaram de fora no post anterior.


     Aviso: Os vídeos são trechos do próprio desenho, então contém SPOILERS.

Stronger In The Real Way



Haven't You Notice (I'm a Star)



Do It For Her/Him



Be Wherever You Are



     Mesmo com duas postagens exclusivamente para falar da trilha sonora de Steven Universe, muitas ainda não entraram na seleção, mesmo sendo ótimas. Quem diria que eu, que não gosto de musicas, ficaria apaixonada por um desenho tão musical? :p

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

It is Love?- jogo que abandonei.

Personagens do jogo Is It Love?

     Há algum tempo, enquanto fuçava a playstore, encontrei esse joguinhos de escolhas (Visual Novel) que são ótimos para passar o tempo e acabei baixando dois deles, que fazem parte do mesmo universo e com os mesmos personagens, produzido pelo 1492 Studio. Minha intenção era fazer uma resenha assim que eu terminasse de jogar, mas no meio do caminho, eu acabei abandonando os jogos e decidi vir aqui e contar o motivo pelo qual fiz isso.

     Essa resenha contém spoilers.


Is It Love? versão Gabriel

    Gabriel é o nome da primeira edição do game, que assim como suas continuações tem seu cenário situado na empresa Carter Corp.
    Ele se inicia com a personagem com a qual você joga, chegando na cidade e iniciando seu primeiro dia de trabalho nessa empresa, onde ela logo se vê encantada por seu chefe, o que já começa a me perturbar. A protagonista, que eu nomeie como Kalyna, passa boa parte do jogo dizendo como o Sr. Gabriel (seu gerente) é um cara lindo, maravilhoso, que exala confiança e ela não faz ideia do porque ele se interessaria por ela, típico de uma personagem chata de baixa autoestima que estamos muito habituados a ler em livros.
     A coisa começa a piorar, quando logo no primeiro dia, durante um Happy Hour, seu gerente começa claramente a seca-la, além de fazer o nada apropriado comentário "Você é uma delicia!", deixando a personagem muito surpresa, mas não porque ela acha um absurdo, que seria o normal dada a posição dele, mas sim porque ele é um homem maravilhoso demais para ela ¬¬. Qual mulher não ia amar ser assediada desse jeito por seu chefe no seu primeiro dia de trabalho, não é mesmo? #ironiadetectada

       "Ah, mas Andressa, ela estava afim dele!"- vocês podem dizer.

       Ok, pode até ser que ela estivesse encantada por um homem que ela julga charmoso, mas isso não torna menos inapropriado da parte dele dizer algo do tipo para sua funcionária, que por sinal ele mal conhece. 
      Pouco depois, o sr. Gabriel a chama para sair, e como é um jogo de opções, eu logo me nego, tentando reverter a situação entre os personagens, mas aí surge outro problema, o jogo apesar de te dar a opção de recusar o convite, não te deixa realmente faze-lo, pois logo em seguida o seu chefe insisti e você involuntariamente aceita. Foi nesse momento que larguei o jogo, que tinha a promessa de me dar escolhas, mas não as respeitava.

Is It Love? versão Matt

     Simultaneamente eu jogava a versão Matt, onde o meu interesse amoroso é meu colega de serviço, com quem eu aparentemente tenho uma boa relação, o que eu achei ótimo.
     O jogo (que na verdade foi o que comecei primeiro) me conquistou tanto pelos personagens cativantes, quanto pelo fato da protagonista, que chamei de Annie, ser uma lutadora. Pensei: que ótimo, uma personagem decidida, que sabe o que quer e quem quer, sai para se divertir com sua amiga, que tem uma ótima e ativa vida sexual e não é julgada por ninguém, e ainda por cima luta (você pode escolher entre duas opções de estilo). Tudo parecia bem!
     Apesar de ainda ter os problemas de não respeitar todas as minhas decisões, o jogo parecia um pouco mais aceitável, e eu estava muito curiosa para saber se Annie ficaria ou não com seu amigo Matt, mas como nem tudo são flores, o enredo logo me decepcionou.
     Durante uma briga com Matt, a protagonista confessa que aprendeu a lutar para se defender, pois sofreu abuso quando nova, e por isso sabia se cuidar. Mais uma vez, os roteiristas decidiram usar o abuso sexual como forma de crescimento para uma personagem feminina, o que além de batido, é revoltante e absurdo. Uma tática que já vimos ser usada em diversos filmes e livros, como se nenhuma mulher pudesse saber lutar simplesmente porque é fã do esporte, ou pudesse ser forte sem necessariamente ter precisado passar por uma experiência traumática. Personagens masculinos podem ser bons guerreiros para seguir um grande sonho, porque querem ser os melhores, ou até mesmo por um dom natural, como o próprio Matt nesse jogo, que é professor de uma academia, mas claro que isso nunca se aplica as mulheres nas histórias.
     A gota d'água para que eu largasse mais essa versão de It is Love? foi quando Annie sofreu uma nova tentativa de estupro, sendo salva por seu amigo, já que ela mesmo sabendo lutar não pode se defender de seu agressor. O jogo usar a violência contra a mulher uma vez parece não ter sido o suficiente, ele precisava fazer você ler a cena e tentar se salvar sem sucesso dessa nova tentativa. Lastimável!


   Infelizmente é possível encontrar machismo até mesmo em jogos que dizem ter como consumidores principais as mulheres. Não sei o que exatamente os criadores desses jogos estavam pensando, mas eles não foram muito felizes na criação dessas histórias.

domingo, 8 de janeiro de 2017

O que assisti essa semana



     Requisitos para ser una persona normal é uma comédia romântica espanhola, que conta a história de Maria de Las Montañas (Leticia Dolera), uma mulher que se sente deslocada por ter alcançado os trinta anos sem emprego, casa, namorado, entre outras coisas que ela considera itens necessários para ser considerada uma pessoa normal. Decidida a se encaixar, Maria contará com a ajuda de seu novo amigo, Borja (Manuel Burque), para conquistar todos os itens que faltam em sua lista.
     O filme é engraçadinho, com um estilo visual interessante e uma maneira leve de contar sua história, que apesar de previsível (mal da maioria dos filmes do gênero) diverte pela simplicidade e carisma dos personagens, que mostram que ser "normal" não é algo realmente importante para ser feliz.




     Em Filadelfia acompanhamos a jornada de Andrew Beckett (Tom Hanks), um talentoso advogado, que após ser demitido de uma famosa firma, precisa provar que foi vítima de preconceito por ser homossexual e portador do vírus HIV. Durante um longo e agressivo processo contra seus antigos empregadores, Andrew conta com a ajuda de Joe Miller (Denzel Washigton) um advogado de pequenas causas, inicialmente homofóbico.
     Esse é um filme muito famoso, ganhador de diversos prêmios, e que mostra uma parte muito importante da história na luta contra o HIV e a homofobia. Acho que esses filmes são essenciais, com um conteúdo quase didático, pois muitos de nossa geração simplesmente ignoram esse período, acreditando que a doença é algo do passado e que o preconceito não existe mais.





     A 5º onda é uma adaptação do livro homônimo escrito por Ricky Yancey, que conta a história de Cassie (Chlöe Grace Moretz) uma jovem sobrevivente que tem como objetivo salvar seu irmão de mais um novo ataque dos invasores alienígena, que tentam exterminar a vida humana da Terra.
    O filme tem um enredo simples, com bastante ação, mas pouco desenvolvimento dos personagens e um romance meio esquisito  colocado de qualquer forma no meio dos acontecimentos.
      Como a história faz parte de uma trilogia, o filme termina em aberto e eu não consegui achar a confirmação da sua continuidade nos cinemas






     O Vendedor de Sonhos é a adaptação do livro de Augusto Cury, que acompanha Júlio César (Dan Stulbach), um psicólogo que após algumas decepções na vida tenta suicídio, mas acaba sendo convencido a desistir por um morador de rua, conhecido como "O Mestre" (César Trancoso). À partir desse momento, Júlio começa a acompanhar esse sábio homem em busca do autoconhecimento.
     O filme tem como intuito passar boas mensagens sobre o que realmente importa na vida, mas infelizmente seguiu um roteiro pouco inovador, com cenas bem previsíveis e pouco elaboradas, além de conter uma cronologia confusa, deixando o espectador perdido sobre a duração dos acontecimentos, que muitas vezes são um tanto quanto fantasiosos para um filme que tenta seguir por um caminho menos ficcional.




     Assim como a maioria dos filmes baseados em fatos reais, Um Homem entre Gigantes instigou minha curiosidade sobre fatos que até o momento eram desconhecidos por mim, me fazendo pesquisar mais sobre o assunto assim que termino de assistir.
     Dr. Bennet Omalu (Will Smith), é um neuropatologista forense, que sonha em se tornar legalmente um cidadão americano. Ele se vê envolvido em uma guerra contra a NFL (a liga nacional de futebol americano), depois de diagnosticar uma grave lesão cerebral em um dos jogadores, iniciando uma pesquisa sobre os possíveis efeitos que o esporte pode ter sobre a vida de seus atletas.
     Nesse filme podemos observar como grandes indústrias ou companhias interferem na vida da população, manipulando através do dinheiro e da influência, sobrepondo-se muitas vezes ao bem estar das pessoas.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Clipes com coreografias maneiras

     Desde pequena sou uma apaixonada por dança, o que não necessariamente signifique que entenda muito do assunto :p, o que resultou em um enorme gosto por clipes que possuem coreografias em sua composição.
      Hoje resolvi trazer alguns clipes com boas cenas de dança, mesmo que não sejam de minhas músicas preferidas e nem nada do tipo, com com boas coreografias que me fazem assisti-os várias vezes. 


     Para começar, acho que é muito justo um clipe de Michael Jackson, pai das coreografias e dos clipes dançados.

Thriller



     O pop é recheado de clipes dançantes, principalmente em grupos femininos como as Pussycat Dolls.

Buttons



      Quase todos os clipes da Beyoncé são recheados de passos incríveis que até tentamos copiar, mas nunca ficam exatamente como gostaríamos :p

Run The World



    Para finalizar, mesmo ainda tendo uns outros trezentos clipes que eu gostaria de citar aqui, não posso deixar de fora minha queridinha Sia, que apesar de ter em seus vídeos danças menos "tradicionais" e pouco copiáveis para pobres mortais como eu, merece todo o crédito em coreografias marcantes.

Chandelier



     E vocês, curtem clipes com coreografias? Quais os seus preferidos?

domingo, 1 de janeiro de 2017

Meu pedido para 2017


     Mas um ano começa e com ele aquele sentimento de renovação, recheado com promessas de mudanças e desejos de felicidades para aquele que amamos.
     É muito comum se desejar saúde, prosperidade, oportunidades e alegrias para as pessoas, e claro que eu desejo tudo isso, mas também quero que nesse ano o mundo se encha de empatia e tolerância, pois só com esses sentimentos conseguiremos realmente alcançar a tão pedida paz. De nada adianta pedir por ela, desejar para todos de sua família se você discrimina aqueles ao seu redor. Não tem sentindo pedir harmonia e tratar as outras pessoas com violência e desrespeito. 
     Apenas quando aprendermos a praticar aquilo que tanto desejamos no inicio de um novo ano é que poderemos realmente encontrar a verdadeira paz, por isso, nesse ano de 2017 desejo que todos tenham mais amor com o próximo, sejam mais abertos ao aprendizado e tolerante com as diferenças. Que possamos ser menos rancorosos, intolerantes, implicantes e mesquinhos, e que sejamos mais unidos, pacientes, flexíveis e positivos.
     Feliz 2017 pessoal!


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