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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Assistidos de Julho

 


Tatame retrata os desafios de uma lutadora iraniana para competir em meio a opressão de seu Estado. A obra é baseada em alguns acontecimentos, mas não se limitando a um personagem real específico.
Apesar de uma crítica pertinente a opressão sofrida pelos atletas, a obra tem uma visão bem ocidental dos fatos, além de deixar algumas pontas soltas e/ou mal explicadas.










Avatar 2ª temporada foi uma boa mistura de cenas muito parecidas com a animação e adaptações que
modificaram bastante a interação dos personagens entre si, se mantendo fiel ao que o original se propunha. Não fiquei particularmente impressionada com as lutas, mas gosto da densidade que os personagens ganharam, como o sofrimento de Sokka ao perder Yue, que foi mais trabalhado no live action do que na animação.










Assistir Smallville 3ª temporada é aquela experiência de assistir uma coisa ruim e gostar. O roteiro continua sofrível, mas você está lá, acompanhando por conforto e apego aos personagens.













A Odisseia de Nolan é aquele filme muito comentado e aguardado que nos enche de expectativa, o que
geralmente é uma boa receita para a decepção. O filme é bom, não posso negar. Tem um elenco pesadíssimo, um visual bonito (apesar das cenas desnecessariamente escuras) e um bom ritmo para um filme de quase 3h, mas, de um modo geral, para mim, é uma obra bem esquecível. Não há nenhum momento marcante, impactante ou que se sobressaia. Nada que tenha me feito pensar: Caralho, que foda! (sim, palavrões para mim definem uma obra). Na minha ideia, filmes bons te dão vontade de assistir de novo, o que esse definitivamente não deu.







Assisti à Flores Raras como forma de estudo para um trabalho do curso de teatro que estou fazendo. Já tinha ouvido falar do filme, mas nunca tinha procurado saber quem eram as pessoas retratadas. Foi interessante conhecer a história de Elizabeth Bishop e Lota.


segunda-feira, 6 de julho de 2026

Assistindo e assistidos

 


O Jogo da Morte acompanha a punição do jovem Yee-Jae após ele ofender a Morte cometendo suicídio. Por esse ato, ele precisará viver e morrer diversas vezes e, quem sabe, corrigir seus erros. 

Maratonamos esse seriado, disponível na Prime Vídeos, em poucos dias (porque maratonar para mim ainda leva tempo rsrs).  Os personagens são interessantes e o ritmo é frenético, pelo menos até o último episódio, em que as coisas desaceleram bruscamente, para dar lugar a sensibilidade e a comoção.





Continuei minha jornada nostálgica de Smallville, essa obra de arte de roteiro fraco e repetitivo rsrs.









Também começamos a assistir a Matlock, um seriado que acompanha a Sra Madeline em busca de vingança contra uma firma de advocacia, utilizando diversas artimanhas e invisibilidade que pessoas idosas sofrem como ferramentas de ação. 

domingo, 22 de setembro de 2019

Assistidos: Byzantium, Mary Shelley, Olhos que condenam, Steven Universe



Nessas últimas semanas assisti poucos, mas bons filmes. Listei os últimos quatro que lembro de ter assistido e gostado.


Byzantium




O filme conta a história de Clara e Ella, duas vampiras que tentam viver as sombras de seus segredos.
Ella se sente sufocada pelas mentiras e pelos traumas do passado, quando ainda era humana. A vampira não aguenta mais se esconder e fugir daquilo que ela mal sabe o que é e começa a se revoltar contra os métodos de Clara.

Byzantium apresenta uma mitologia diferente para os vampiros, com origem e habilidades diferentes das que eu estou acostumada a ver.

Apesar de possuir uma história interessante o ritmo é bem arrastado, se tornando um pouco cansativo. O filme ganha um pouco de "ação", e quando digo ação quero dizer acontecimentos relevantes, lá para o fim.


Mary Shelley



O filme estrelado por Elle Fanning conta a história da escritora inglesa famosa pela criação do clássico Frankesntein.

O longa retrata sua vida e seu processo de escrita, ao lado de seu marido, o poeta Percy Bysshe Shelley. Apesar de alguma imprecisões que sempre ocorrem em cinebiografias, Mary Shelley é um bom filme, que instiga a curiosidade sobre a escritora e sobre outros nomes famosos mencionados na trama.


Olhos que condenam



Pense em uma história triste, que relate uma justiça terrível contra cinco jovens, que foram tratados como monstros e condenados a prisão mesmo sendo inocentes. É exatamente esse o enredo do filme Olhos que condenam, baseado em fatos reais (o que só o torna ainda mais triste).

Ao longo dos 4 episódios dessa minissérie conhecemos a história desses cinco adolescentes negros, que foram acusados de estupro no início dos anos 1980. O caso deles se tornou famoso na época e teve ampla influência da mídia.

A minissérie causa sentimento de profunda revolta do telespectador ao mostrar como esses jovens foram coagidos pela polícia, atreves de métodos condenáveis de interrogatório, a admitirem um crime que não cometeram. 

A minissérie tem boas atuações e, apesar dos sentimentos que causa, vale muito a pena assistir.

Steven Universe: The Movie


Assim como a série animada, Steven Universe: The Movie é recheado de amor e canções. O filme é repleto de músicas, então quem não curte musicais pode ficar um pouco irritado, mas acredito que os fãs de Steven já estão acostumados.

Steven acredita que finalmente conseguiu trazer paz para o universo Gem, mas quando ele menos espera, um novo problema relacionado ao passado de sua mãe surge. O enredo segue a mesma linha de toda a série, o jovem Universe precisando corrigir os erros da Rose.

Não tenho como dar mais detalhes sem liberar spoilers, pois o filme é bem curtinho e um pouco previsível. Apesar de inovar pouco no enredo, o filme trás algumas boas surpresas e aquele gostinho de quero mais para os fãs da série.


Ps: assistindo esse filme foi impossível não refletir em algumas mancadas que dei com alguns amigos quando eu era criança e que nunca tive oportunidade de me desculpar de fato. 

Confesso que fui uma criança meio mandona e um pouco difícil de lidar. Acho que não chego ao nível do que a Rose fez no filme (pelo menos espero que não), mas meio que já afastei amigos de forma abrupta e rude e só depois de crescer percebi o quanto posso ter os magoado.

Se por um acaso você foi meu/minha amigo/amiga na infância e eu te chateei, saiba que eu sinto muito e aproveito esse post para pedir desculpas publicamente.

domingo, 21 de julho de 2019

Assistidos: O Físico, Capitão Fantástico, Shazam! e Megarromântico.

Olha quem finalmente decidiu voltar a escrever sobre os últimos filmes assistidos!
Depois de um tempinho afastada do blog, estou finalmente de volta e felizmente com uma pequena lista de bons filmes para indicar.

O Físico


Longa baseado no livro de Noah Gordon, que conta a história de Rob, um jovem inglês com habilidade especiais que possui grande interesse no estudo da medicina. Para aprender mais sobre como tratar de seus paciente, o rapaz cristão viaja para Pérsia, onde finge ser Judeu para frequentar a escola de um famoso médico.

Apesar de conter elementos de fantasia, o filme mostra pontos interessantes sobre a cultura de diferentes povos durante o século XI. O Físico mostra alguns costumes e tabus da época, como o fato de não ser permitido o conhecimento do corpo humano internamente.

O filme não é recheado de grandes emoções ou de ação, mas trás junto de sua história linear, fatos curiosos e um humor leve.


Capitão Fantástico



O filme dirigido por Matt Ross e estrelado por Viggo Mortesen conta a história de uma família que vive longe de civilização. Ben e seus seis filhos tem suas próprias tradições, baseadas em muito estudo, treino físico e crítica ao consumismo do mundo moderno.

A vida da família sofre uma grande mudança depois de um triste acontecimento que eles precisam por o pé na estrada.

Capitão Fantástico mostra uma criação diferente da que estamos acostumados, com um ensino familiar, contra o consumismo e as ideias de massa. Além disso, mostra quão facilmente podemos nos tornar autoritários quanto a imposição de nossas ideias, ainda que critiquemos exatamente isso.


Shazam!



O filme Shazam! da DC Filmes conta a história de como o jovem Billy Batson adquiri super-poderes e se adquiri a fisionomia de um adulto.

Com a ajuda de um de seus irmão adotivos, Billy aprende como utilizar seus poderes, mas ainda precisa definir o que fazer com tantas habilidades.

O longa tem a proposta de ser uma comédia leve, diferente dos outro filme de heróis da DC, e acerta nesse ponto.

Shazam! é divertido, tem personagens com potencial, mas falha no desenvolvimento do roteiro. A história é bem corrida, perdendo momentos de dramaticidade e aprofundamento das características tanto de Billy, quanto de seus irmãos.


Megarromântico



Em Megarromântico, filme da Netflix, conhecemos Natalie, uma jovem fechada para o amor e que busca reconhecimento profisional.

Após sofrer um assalto, Natalie bate a cabeça e acorda em um mundo paralelo, onde tudo parece um clichê de comédias românticas.

Megarromântico satiriza os clichês do gênero que faz parte, de forma leve a divertida. Para quem adora clichês fofos, histórias previsíveis e confortáveis, esse filme é um prato cheio.

domingo, 13 de janeiro de 2019

OQAES: Substitutos, Os Oito Odiados e Bohemian Raphsody

montagem com Bruce Willis, Rami Malek e Samuel L. Jackson


Fazia muito tempo que eu não escrevia um post sobre filmes assistidos, por falta de tempo (e por utilizar o pouco que tinha para ver filmes repetidos :p).

O post de hoje trás dois filmes que vi nessas duas primeiras semanas do ano e um que assisti no fim de 2018, ou seja, não é bem o que assisti essa semana, mas acho que está valendo.


poster do filme Bohemian Rhapsody
Toda a minha família estava muito ansiosa para assistir o filme biográfico da banda Queen e do cantor Freddy Mercury, intitulado com o nome da música Bohemian Rhapsody, mas acabamos indo ao cinema apenas na última semana de exibição.

Como o filme esteve em alta durante vários dias, foi difícil não ler  ou ouvir sobre ele antes de conferir, então quando assisti já estava bem consciente de que o filme continha alguns erros históricos. Achei bom ter esse conhecimento prévio, pois não conhecia muito sobre a história da banda, então aproveitei o filme sabendo que os acontecimentos poderiam não ser exatos, o que é melhor do que acreditar em tudo e depois descobrir os furos. 

Assim foi menos confuso, mas alguns dos erros me deixaram bem decepcionada (leia aqui a confusão das datas do emblemático show no Brasil durante o primeiro Rock n' Rio).


Bem, ignorando as GRANDES divergências, o filme é ótimo, já que conta com excelentes atuações (como a de Rami Malek interpretando Freddy) e uma trilha sonora maravilhosa, afinal, Queen é Queen.


poster do filme Substitutos
Começamos a assistir Substitutos de forma bem despretensiosa. Meu pai deu play no primeiro filme com uma sinopse razoável e pronto. Talvez seja essa despretensão tenha sido muito benéfica, pois apesar de não ser uma história inovadora ou com grandes plots, o longa protagonizados por Bruce Willis foi uma ótima distração, cumprindo bem sua função como filme de ação com ficção cientifica como pano de fundo.

O filme conta a história de um mundo futurista, onde as pessoas utilizam androides como substitutos de seus próprios corpos, como forma de se manterem seguros enquanto vivem suas vidas. Tom Greer (Willis) é um policial que foi designado para investigar um estranho assassinato dos substitutos, que acabou resultando em mortes reais.



poster do filme Os Oito Odiados
O último filme que vi nesses primeiro dias de janeiro foi Os Oito Odiados, dirigido por Quentin Tarantino, o que já devia ser uma indicação de que eu não iria gostar (me julguem, mas eu raramento curto um filme do Tarantino :p).

O longa (e poem longa nisso) acompanha dois caçadores de recompensas com seus prisioneiros, eles se encontram durante uma nevasca e buscam refugio no Armazém da Minnie, um ponto de parada no meio do caminho para Red Rock.
Durante o filme vamos conhecendo um pouco sobre os homens que já se encontram nesse abrigo e acompanhamos os conflitos gerados por essa pequena convivência forçada.

Os Oito Odiados é longo, lento e cansativo, com cenas de plano aberto que parecem durar uma pequena eternidade.

O enredo parece mudar quando chega no meio do filme, assim como acontece em Django Livre, e é nesse ponto que o sangue começa a jorrar e a história vai perdendo o sentido.

domingo, 21 de outubro de 2018

OQAES: Venom


Eddie Brock é um repórter que acaba indo contra uma poderosa firma de pesquisas e no meio de uma investigação é exposto a uma forma de vida alienígena simbionte. Ele precisará descobrir como se livrar desse invasor que habita seu corpo e ainda impedir os planos dessa firma, que quer continuar suas pesquisas sacrificando humanos no processo. 

O longa é cheio de ação, com cenas de perseguição (um pouco longas demais para o meu gosto) e lutas, o que não deixar muito espaço para o drama ou tensão.

O enredo é bem simples e possui uma boa quantidade de furos, o que não foi realmente uma surpresa, mas apesar disso, o filme não foi de todo ruim, sendo salvo talvez pelo carisma no simbionte Venom, que é provavelmente o personagem com maior desenvolvimento na história.

domingo, 1 de julho de 2018

OQAES: Deadpool 2 e Além da Morte



cartaz de deadpool 2 com deadpool e cable
Para defender o jovem mutante Russell (Julian Dennison) de um assassino do futuro, Deadpool (Ryan Reynlods) precisara reunir um grupo habilidoso e aprender a trabalhar em equipe, além de lidar com a culpa por acontecimentos em sua vida pessoal.

A história do segundo filme de Deadpool é bem morna e tem um roteiro fraco, o que chega a ser falado pelo protagonista durante o longa, o que acaba não sendo um problema, já que ele não se propõem a ser um grande filme, com uma ótima história. A ideia essencial é ser um filem de ação/comédia com muitos tiros, sangue e piadas de baixo calão e é exatamente isso que ele entrega.

Apesar de cumprir sua função no quesito risadas, a falta da inovação que foi o primeiro e o uso de algumas piadas de mal gosto e sem muita graça, deixaram aquela sensação de que o filme poderia ter sido melhor executado.

Um grande ponto positivo de Deadpool 2 é sua trilha sonora, uma mistura de hip-hop, pop e flashback's bem nostálgicos.




cartaz de além da morte com o grupo de 5 estudantesEm Além da Morte, um grupo de estudantes de medicina iniciam um perigoso experimento, onde
param seus próprios corações para saber o que sentem os pacientes que viveram a quase morte.

Após o início dessa experiência, eles são assombradas por estranhas visões, onde a culpa que carregam pode leva-los a morte.

Em questão de terror o filme acaba sendo fraco, com poucos momentos de tensão que não criam aquele feito necessário para o susto e a resolução do enredo foi muito simples, sem grande emoções.

Acho que o único acerto de Além da Morte foi não tentar deixar aquele gancho forçado que a maioria dos filmes de terror utilizam para fazer suas sequências.

domingo, 27 de maio de 2018

OQAES: Vingadores- Guerra Infinita



Vingadores: Guerra Infinita foi um filme muito aguardado e muito comentando, aliás, ouvi e li várias pessoas falarem muito bem, o que me deu boas expectativas, mas não me apeguei muito a elas, para não esperar demais do longa.

Finalmente o grande e temido vilão Thanos chega a Terra, com o plano de destruir metade da vida do planeta, então os Vingadores precisaram se unir mais uma vez para impedir essa ameaça.

Apesar de ser um bom filme de ação, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, dando à  história dinamismo, Guerra Infinita peca em vários pontos, que foram mal explicados ou mal executado. Além de atitudes que não convenceram, alguns personagens tiveram suas forças aumentadas inexplicavelmente, se distanciando dos filmes anteriores e criando um vácuo no roteiro.

Com a grande quantidade de heróis, alguns ficaram bem ofuscados, o que já era esperado, pois isso ocorre com frequência em filmes que seguem essa premissa, mas a interação entre eles também não foi muito bem aproveitada.

Por causa dos temidos Spoilers, acabei sabendo do final antes de ir ao cinema, o que pode ter prejudicado um pouco minha experiência, pois as cenas que deveriam ser emocionantes, acabaram não tendo tanto impacto.

domingo, 20 de maio de 2018

OQAES: Eu não sou um homem fácil



Eu Não Sou um Homem Fácil é um original Netflix, da francesa Eléonore Pourriat, que conta a história de Damien, um machista mulherengo que sofre um acidente e acorda em uma realidade diferente, onde são os homens que precisam lutar por seus direitos.

O filme tem uma proposta interessante de inverter os papeis impostos pela sociedade, mostrando os absurdos por qual nós mulheres passamos, mas falha muito em sua execução.

Damien é um homem escroto, que ao invés de perceber o tamanho dos problemas pelos quais as mulheres passam, apenas assume que é uma pessoa ruim e se apaixona por alguém igual a ele nessa nova realidade, a escritora Alexandra. Até aí, dá para entender, afinal, nem todo mundo evolui e muda de pensamento rapidamente e isso até seria um diferencial que tornaria seu personagem mais realista.

O grande problema é que além de ter um protagonista escroto e sem carisma, o filme continua reforçando estereótipos ultrapassados de mulheres no cinema, apenas invertendo os gêneros. Um exemplo disso é o ex de Alexandra, um homem emocionalmente desequilibrados, que chega a invadir o apartamento dela, mostrando para o público o que aquilo no mundo "normal" seria um comportamento tipicamente feminino, ou seja, o velho papel da ex-louca.

Mesmo mostrando de forma bem clara algumas questões pelas quais as mulheres passam, como o assédio na rua e os problemas no mercado de trabalho, o roteiro acaba se focando muito no romance desfuncional dos protagonistas.

Representam as mulheres de forma bruta, enquanto os homens de maneira sensível e delicada, o que acabou não sendo completamente satisfatório, afinal, o visual dos papeis mudou, mas as características consideradas mais femininas continuaram a ser tratadas de forma desrespeitosa e inferiorizada. Os sexos mudaram, mas os estereótipos femininos continuaram nas mesmas posições.

Em resumo, o filme tinha uma boa ideia para uma crítica social, mas se perdeu no meio da história, tornando-se cansativo e arrastado.


domingo, 18 de março de 2018

OQAES: Corra! e Pitch Perfect



Corra! é um suspense/terror sobre racismo. Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro, que está apreensivo em conhecer a família exclusivamente branca de sua namorada.

Logo Chris descobre que as atitudes estranhas da família não são apenas uma forma de lidar com o relacionamento de sua filha, mas sim, parte de um assustador segredo.

O filme toca em um ponto muito interessante, e mostra diversas atitudes que muitos podem nem perceber se tratar de racismo, deixando claro para nós, como muitas veze podemos fazer comentários e tomar atitudes preconceituosas sem nem notarmos.

Corra! tem boas atuações, mas não possui um roteiro muito original. Apesar de ter uma abordagem diferente, a história lembra muito outro filme de terror, que não vou citar para não dar Spoiler.



Pitch Perfect é uma comédia musical, que mostra a disputa de dois grupos de corais da mesma universidade, um exclusivamente masculino e o outro feminino.

O roteiro é bem tipico dos filmes do gênero, onde uma jovem é "obrigada" a se juntar ao grupo, mas logo começa a realizar mudanças e se envolver de verdade com aquela atividade.

Além de repleto de clichês do gênero, Pitch Perfect transborda estereótipos sociais preconceituosos, o que me incomodou bastante.

Se tem um ponto positivo, é com certeza a trilha sonora, com várias musicas famosas, de diferentes gerações, mixadas e revisitadas em outros ritmos.

domingo, 11 de março de 2018

OQAES: Pantera Negra e O Feitiço de Aquila



Após a morte de seu pai, T'Challa (Chadwick Boseman) precisa assumir o trono de Wakanda e decidir que tipo de rei ele irá se tornar, enquanto lida com erros e decisões dos antigos governantes de seu pais.

O filme contém bons efeitos especiais e muita ação, sem esquecer do roteiro, com grande embasamento histórico, e personagens interessantes.
Alias, o ponto alto filme é exatamente a representatividade dos personagens, dando o protagonismo para um elenco majoritariamente negro e com muitas mulheres em papeis importantes.

Apesar de não gostar muito de filmes de heróis altamente tecnológicos e  esperar um pouco mais de profundidade em relação aos sentimentos dos personagens (principalmente do vilão), Pantera Negra teve um bom inicio, e acredito que um segundo filme poderia muito bem cobrir essas lacunas.



Feitiço de Aquila conta a história de um casal, amaldiçoado por um bispo. Durante a manhã ela se transforma em falcão e a noite ele se torna um lobo, impedindo que os dois se vejam.
Depois de muito tempo separados por essa condição, o casal recebe a ajuda do jovem Phillipe (Matthew Broderick), um fugitivo das muralhas de Aquila.

Eu não sabia se podia ou não fazer a resenha desse filme, porque perdi boa parte do começo da história, mas achei o longa interessante o suficiente para trazer algumas considerações aqui no blog.

Por ser um filme antigo, alguns dos seus efeitos são bem fraquinhos, a história, apesar de bem simples, é bem contada.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

OQAES: Fragmentado, 7 desejos e Your Name



Três adolescentes são sequestradas logo depois de uma festa, mas o homem que as captura tem uma peculiaridade, ele possui 23 personalidades distintas.

Fragmentando tem como ponto forte, sem dúvidas, a interpretação de James McAvoy que se desdobra em diversos personagens dentro de um só. Não posso contestar que essa era a ideia principal e grande chamariz do filme, mas infelizmente, acho que ficou apenas nisso.


A história do longa é bem simples e sem grandes acontecimentos, utilizando de alguns clichês para o desenvolvimento dos personagens.





7 desejos é um filme de terror, meio juvenil, que conta a história de Claire (Joey King), uma tipica adolescente que quer ser aceita e se encaixar na escola.

Ela encontra uma caixa misteriosa que realiza desejos, dando a garota tudo aquilo que ela sempre quis, mas não sem cobrar um alto preço.


O filme é bem clichezão, seguindo todo o roteiro de filmes de escola e de terror, mas isso não o ternou ruim.

A narrativa te entrega tudo o que ela promete e não parece ter a pretensão de ser mais do que ela é, uma típica história de cuidado com aquilo que você deseja.




Mitsuha é uma adolescente que vive em uma pequena cidade, mas que deseja mais do que isso. Ela quer morar em uma grande cidade e ter uma vida agitada.

Ela consegue parcialmente isso, quando troca de corpo com um garoto, Taki, que vive, estuda e trabalha em Tokyo.


Quando você começa a assistir Your Name você pensa: "Ah, mais uma comédia onde os protagonistas trocam de corpo e aprendem algo", mas aí, de repente, o filme muda completamente de direção.

Apesar de ter uma narrativa meio arrastada, esse animes sem dúvida me surpreendeu positivamente com esse plot.

Infelizmente, a animação apresenta problemas na forma como Taki trata Mitsuha e seu corpo, algo recorrente em animes, que normalmente mostram as personagens femininas de forma objetificada. Uma pena!

domingo, 4 de fevereiro de 2018

OQAES: Bright



A história de Bright se passa em uma realidade futurista, onde humanos, elfos, orcs e centauros vivem na mesma sociedade. Ainda que essa relação pareça pacífica, ainda existe muito preconceito com algumas raças.

O policial Daryl Ward (Will Smith) tem como parceiro o primeiro agente orc, Nick Jakoby (Joel Edgerton) e isso acaba gerando conflito e desconfiança entre eles, além de uma tensão com os outros policias.

As coisas ficam ainda mais complicadas quando eles encontram uma jovem com uma varinha mágica, que está sendo perseguida por uma perigosa elfa exilada, que quer despertar o senhor das trevas.

O novo longa da Netflix tem uma premissa interessante e se tivesse sido bem desenvolvido podia ter sido bem inovador, mas infelizmente, seu roteiro foi simples demais, sem um aprofundamento da história ou dos personagens. Muita ação e um enredo que não faz sentido.



domingo, 28 de janeiro de 2018

OQAES: Viva- A Vida é Uma Festa



Viva- A Vida é Uma Festa é a mais nova animação Disney/Pixar, que conta a história de Miguel, um garoto apaixonado por música, que vem de uma família que abomina esse tipo de arte.

O jovem decidi que para realizar seu sono de ser uma grande músico, precisa enfrentar a sua família, mas por causa disso, acaba indo parar acidentalmente no mundo dos mortos, durante o feriado mexicano que homenageia os antepassados que se foram.

O filme é simplesmente muito fofo, mostrando de forma emocionante (leia-se: muitos adultos chorando na sala de cinema) a importância da família, das lembranças e dos sonhos.

Outra característica muito interessante do filme é que ele trás visibilidade para uma cultura diferente da nossa, nos fazendo conhecer um pouquinho mais sobre o México.

domingo, 21 de janeiro de 2018

OQAES: A Garota do Trem, Zootopia e A Ameaça



A Garota do Trem é um filme de suspense, que acompanha a rotina de Rachel (Emily Blunt), uma mulher com problemas de alcoolismo que não consegue superar o fim de seu casamento. Ela tem o costume de observar a vida de um casal pela janela do trem que apanha para o trabalho todos os dias, até que certa vez acaba presenciando algo fora do comum que acaba a arrastando para o meio de um mistério.

O longa tem uma narrativa bem arrastada e cansativa, te prendendo apenas pela expectativa dos acontecimentos, que ao longo da história acabam se tornando previsíveis e sem graça.




Zootopia é uma animação da Disney, onde somos apresentados a um mundo onde os animais são evoluídos e convivem em aparente harmonia.

Judy é uma coelha do interior que sonha em se tornar uma policial e tornar o mundo um lugar melhor, mas devido ao seu tamanho e "fofura" muito subestimam suas capacidades e ela precisara enfrentar uma grande resistência para seguir seu objetivo.

A história de Zootopia é simples, mas ao mesmo tempo genial, cheia de mensagens de tolerância e convivência, com ótimos personagens e muito humor. 

Ps: assisti duas vezes esse ano, de tanto que gostei :p



A Ameaça também é um suspense e conta a história de Katherine e Richard, pais de Andy, um garoto muito doente, que vive acamado. O casal mantém o filho sempre sobre grande vigilância, mas logo o garoto faz amizade com uma jovem recém chegada na cidade, o que ameaça revelar um grande segredo sobre a família.

O roteiro do filme se prende a ideia do suspense, sem se preocupar em dar maior profundidade para história, deixando vários pontos sem explicação ou sentido, e acaba não sendo muito surpreendente.

domingo, 7 de janeiro de 2018

OQAES: O Príncipe do Natal, A Grande Muralha e Estrelas Além do Tempo



Amber Moore (Rose McIver) é um jornalista que recebe a tarefa de cobrir a coroação de um príncipe, prestes a assumir o cargo de rei, mas a jovem acaba sendo confundida e passa a trabalhar dentro do castelo, o que poderá lhe render uma ótima matéria.

O Príncipe do Natal, produzido pela Netflix, é um filme que cumpre tudo o que promete, ser um romance bem clichê para se assistir no Natal. Com um enredo que já vimos antes, um desenrolar leve e previsível, que distrai e traz uma sensação de conforto







Em A Grande Muralha, acompanhamos os mercenários Willian (Matt Damon) e Tovar (Pedro Pascal) que estão em uma jornada em busca do "pó preto", mas acabam aprisionados nas Grandes Muralhas da China, em meio a um ataque de monstros que se alimentam de humanos, e precisam decidir se tentam fugir, ou se batalham ao lado do exercito para proteger suas vidas.

O filme é cheio de ação, lindas armaduras coloridas, mas pouca história. Muitas coisas são pouco explicadas e os personagens acabam não tendo muita profundidade. Ficamos sabendo que algo no passado de Willian o incomoda, mas isso também não é explorado.






 Estrelas Além do Tempo é um filme baseado em fatos reais, que conta a história de um grupo de mulheres negras, que trabalharam na NASA na época da segregação racial.

O longa tem como protagonistas as personagens Katherine Jonhson (Taraji P. Henson), uma habilidosa matemática, que trabalhou diretamente com os cálculos para as trajetórias espaciais, Dorothy Vaughn (Octavia Spencer), que além de uma ótima matemática, tinha boas habilidades mecânicas e senso de liderança, e Mary Jackson (Janelle Monáe), uma mulher forte, que precisara batalhar para se tornar engenheira.

O filme mostra, de forma emocionante, os problemas e injustiças sofridos por essas mulheres para que pudessem receber oportunidades e reconhecimento, e como elas não desistiram e lutaram para conquistar seu espaço em uma sociedade racista e machista.