O post de hoje trás dois filmes que vi nessas duas primeiras semanas do ano e um que assisti no fim de 2018, ou seja, não é bem o que assisti essa semana, mas acho que está valendo.
Toda a minha família estava muito ansiosa para assistir o filme biográfico da banda Queen e do cantor Freddy Mercury, intitulado com o nome da música Bohemian Rhapsody, mas acabamos indo ao cinema apenas na última semana de exibição.
Como o filme esteve em alta durante vários dias, foi difícil não ler ou ouvir sobre ele antes de conferir, então quando assisti já estava bem consciente de que o filme continha alguns erros históricos. Achei bom ter esse conhecimento prévio, pois não conhecia muito sobre a história da banda, então aproveitei o filme sabendo que os acontecimentos poderiam não ser exatos, o que é melhor do que acreditar em tudo e depois descobrir os furos.
Assim foi menos confuso, mas alguns dos erros me deixaram bem decepcionada (leia aqui a confusão das datas do emblemático show no Brasil durante o primeiro Rock n' Rio).
Bem, ignorando as GRANDES divergências, o filme é ótimo, já que conta com excelentes atuações (como a de Rami Malek interpretando Freddy) e uma trilha sonora maravilhosa, afinal, Queen é Queen.
Começamos a assistir Substitutos de forma bem despretensiosa. Meu pai deu play no primeiro filme com uma sinopse razoável e pronto. Talvez seja essa despretensão tenha sido muito benéfica, pois apesar de não ser uma história inovadora ou com grandes plots, o longa protagonizados por Bruce Willis foi uma ótima distração, cumprindo bem sua função como filme de ação com ficção cientifica como pano de fundo.
O filme conta a história de um mundo futurista, onde as pessoas utilizam androides como substitutos de seus próprios corpos, como forma de se manterem seguros enquanto vivem suas vidas. Tom Greer (Willis) é um policial que foi designado para investigar um estranho assassinato dos substitutos, que acabou resultando em mortes reais.
O último filme que vi nesses primeiro dias de janeiro foi Os Oito Odiados, dirigido por Quentin Tarantino, o que já devia ser uma indicação de que eu não iria gostar (me julguem, mas eu raramento curto um filme do Tarantino :p).
O longa (e poem longa nisso) acompanha dois caçadores de recompensas com seus prisioneiros, eles se encontram durante uma nevasca e buscam refugio no Armazém da Minnie, um ponto de parada no meio do caminho para Red Rock.
Durante o filme vamos conhecendo um pouco sobre os homens que já se encontram nesse abrigo e acompanhamos os conflitos gerados por essa pequena convivência forçada.
Os Oito Odiados é longo, lento e cansativo, com cenas de plano aberto que parecem durar uma pequena eternidade.
O enredo parece mudar quando chega no meio do filme, assim como acontece em Django Livre, e é nesse ponto que o sangue começa a jorrar e a história vai perdendo o sentido.




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