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domingo, 21 de julho de 2019

Assistidos: O Físico, Capitão Fantástico, Shazam! e Megarromântico.

Olha quem finalmente decidiu voltar a escrever sobre os últimos filmes assistidos!
Depois de um tempinho afastada do blog, estou finalmente de volta e felizmente com uma pequena lista de bons filmes para indicar.

O Físico


Longa baseado no livro de Noah Gordon, que conta a história de Rob, um jovem inglês com habilidade especiais que possui grande interesse no estudo da medicina. Para aprender mais sobre como tratar de seus paciente, o rapaz cristão viaja para Pérsia, onde finge ser Judeu para frequentar a escola de um famoso médico.

Apesar de conter elementos de fantasia, o filme mostra pontos interessantes sobre a cultura de diferentes povos durante o século XI. O Físico mostra alguns costumes e tabus da época, como o fato de não ser permitido o conhecimento do corpo humano internamente.

O filme não é recheado de grandes emoções ou de ação, mas trás junto de sua história linear, fatos curiosos e um humor leve.


Capitão Fantástico



O filme dirigido por Matt Ross e estrelado por Viggo Mortesen conta a história de uma família que vive longe de civilização. Ben e seus seis filhos tem suas próprias tradições, baseadas em muito estudo, treino físico e crítica ao consumismo do mundo moderno.

A vida da família sofre uma grande mudança depois de um triste acontecimento que eles precisam por o pé na estrada.

Capitão Fantástico mostra uma criação diferente da que estamos acostumados, com um ensino familiar, contra o consumismo e as ideias de massa. Além disso, mostra quão facilmente podemos nos tornar autoritários quanto a imposição de nossas ideias, ainda que critiquemos exatamente isso.


Shazam!



O filme Shazam! da DC Filmes conta a história de como o jovem Billy Batson adquiri super-poderes e se adquiri a fisionomia de um adulto.

Com a ajuda de um de seus irmão adotivos, Billy aprende como utilizar seus poderes, mas ainda precisa definir o que fazer com tantas habilidades.

O longa tem a proposta de ser uma comédia leve, diferente dos outro filme de heróis da DC, e acerta nesse ponto.

Shazam! é divertido, tem personagens com potencial, mas falha no desenvolvimento do roteiro. A história é bem corrida, perdendo momentos de dramaticidade e aprofundamento das características tanto de Billy, quanto de seus irmãos.


Megarromântico



Em Megarromântico, filme da Netflix, conhecemos Natalie, uma jovem fechada para o amor e que busca reconhecimento profisional.

Após sofrer um assalto, Natalie bate a cabeça e acorda em um mundo paralelo, onde tudo parece um clichê de comédias românticas.

Megarromântico satiriza os clichês do gênero que faz parte, de forma leve a divertida. Para quem adora clichês fofos, histórias previsíveis e confortáveis, esse filme é um prato cheio.

sábado, 22 de junho de 2019

Meus 7 filmes favoritos sobre super-heróis.


Os filmes com a temática de super-heróis tem se tornado cada vez mais populares. Aqui em casa temos até uma tradição de ir ao cinema em família para assistir aos novos lançamentos da Marvel e da DC. Por questões financeiras, não assistimos todos no cinema, mas fazemos o possível.

Apesar de serem responsáveis pelos maiores sucessos, esse gênero de filmes não é uma exclusividade Marvel X DC. Temos produções da Fox, da Sony, da Warner, entre outras produtoras, que já adaptaram histórias em quadrinhos e até mesmo criaram seus próprios super-heróis.


Decidi montar um ranking com meus filmes favoritos (até o momento), levando em consideração todas as produções que eu assisti (pelo menos os que eu me lembro :p).


7º lugar- Hancock


Hancock antes mesmo de estrear já tinha pontinhos positivos comigo por contar com Will Smith e Charlize Theron no elenco. O que veio depois foi só lucro.

O filme conta a história de John Hancock, um homem com super-habilidades (força, resistência e voo) que perdeu a memória e tem problemas com bebida. Hancock, apesar de tentar ajudar as pessoas, trabalha de forma pouco convencional e faz com que as pessoas não o enxerguem como um herói.

Apesar de inicialmente ter ficado em dúvida sobre gostar ou não do rumo que a história tomou, com certeza ele me surpreendeu.


6º lugar- Mulher-Maravilha


Mulher-Maravilha trouxe o protagonismo feminino aos filmes do gênero, sendo uma das primeiras super produções com uma heroína a chegar aos cinemas.

O longa conta como a princesa das Amazonas se envolveu na Segunda Guerra Mundia, enquanto tentava livras a humanidade das influências de Ares, o deus da Guerra.

Com a direção de Patty Jenkins, o filme tem um novo olhar sobre as heroínas, sem a típica sexualização das personagens femininas, e conta com ótimas cenas de ação.



5º lugar- Capitã Marvel


Capitã Marvel trás aquela mistura de ação e comédia já características dos filmes da Marvel e apresenta a personagem mais poderosa de seu universo cinematográfico.

Carol Denvers não se lembra como adquiriu seus poderes, mas tenta aprender a controla-los. Durante uma missão pelo exército Kree, Carol acaba na Terra.  onde se depara com o passado e pode finalmente descobrir suas origens.



4º lugar- X-Men


Eu sei que muitos criticam os filmes da franquia X-Men, que fazem parte do inicio da jornada de sucessos dos filmes do gênero no cinema, mas eu, particularmente, amo a trilogia original.

O primeiro filme é, entre os três, o meu preferido, pois destaca os personagens Wolverine e Vampira (minha mutante favorita).


3º lugar- Homem-Aranha 2


Na eterna briga sobre qual o melhor Homem-Aranha, eu fico com Tobbey Maguire. Não que eu ache que ele foi o ator que mais se adequou ao papel do cabeça de teia, mas a trilogia original do herói traz aquele sentimento de nostalgia e o segundo filme da franquia é com toda certeza o meu preferido.


2º lugar- Logan


Apesar de amar Hugh Jackman no papel de Wolverine, não fiquei satisfeita com nenhum dos filmes solo do herói. Até Logan chegar aos cinemas, é claro!

O filme destoa completamente dos filmes da franquia, mostrando um Wolverine envelhecido, cansado e mais humano, em um futuro onde os mutantes já não são mais comuns na Terra.


1º lugar- V de Vingança


V de Vingança não é apenas minha escolha para o primeiro lugar desse ranking, e sim o meu filme preferido entre todos os gêneros.

O filme conta a história do misterioso V, um homem com habilidades sobre-humanas, que busca vingança contra aqueles que arruinaram sua vida. Em sua caçada pessoal, ele inicia uma guerra contra o governo autoritário de seu país.

V de Vingança traz um discurso político simplesmente incrível e sua semelhança com a realidade chega a ser assustadoramente premonitória. 

domingo, 26 de novembro de 2017

OQAES: Doutor Estranho e Liga da Justiça

doutor estranho e liga da justiça

    

 Stephen Strange é um talentoso e ambicioso neurocirurgião, que sofre terríveis lesões nas mãos após um acidente, ficando assim impossibilitado de exercer sua profissão. Logo ele se vê em uma busca desesperada e obsessiva por uma cura, que acaba o levando ao Nepal, onde encontrara respostas surpreendentes.
       Doutor Estranho tem um enredo bem simples e comum para os filmes do gênero, ele loga inicia um treinamento, mas fica relutante em aceitar suas funções como protetor de nossa dimensão.
      Gostei bastante do desenvolvimento de Stephen, que apesar de ser egocêntrico, foi um dos poucos heróis que vi até hoje realmente abominarem a ideia de tirar uma vida, ainda que fosse a do vilão.
      O filme é cheio de grandes efeitos visuais, meio psicodélicos, o que não faz muito o meu estilo, mas para quem gosta é com toda certeza um prato cheio.



     A Liga da Justiça inicia com a busca de Bruce Wayne por um grupo de pessoas com habilidades especiais, para se unirem contra uma força poderosa que tem como objetivo destruir a Terra.
      O filme tem, novamente, um enredo bem comum, e é um tanto quanto corrido. Tanto a introdução do problema, quanto sua resolução, acontecem de forma muito rápida e os personagens são mal explorados, um problema recorrente em histórias com tantos heróis.
      Não gostei de como alguns dos personagens foram introduzidos e alguns reintegrados a história. Apesar de ter acertado na dose de humor, Liga da Justiça não soube incorporar emoção nesses momentos, ou em qualquer outro para falar a verdade.
       Sei que falei apenas em pontos negativos, mas não achei o filme ruim, apenas ok. Acredito que se tivessem dado um pouco mais de espaço para o desenvolvimento dos personagens de forma individual, poderia ter sido melhor.

domingo, 4 de junho de 2017

OQAES: Mulher-Maravilha


     Já há algum tempo estou muito ansiosa para assistir ao primeiro filme solo de Mulher-Maravilha, mais ou mesmo desde a época em que assisti Batman vs Superman: A Origem da justiça, filme esse que eu não gostei e que teve como único grande momento a aparição da Amazona.
     Nessa última semana que antecedeu a estreia do filme da heroína, li diversas criticas com ótimas avaliações sobre o longa, o que me levou ao cinema cheia de grandes expectativas.

     O filme no geral não me desapontou, teve um roteiro simples, mas com ótimas cenas e o mais importante, uma boa representação de uma mulher guerreira. Diana Prince (Gal Gadot) é uma mulher forte, mas ao mesmo tempo sensível e feminina. Ela não foi masculinizada ou hipersexualizada, como infelizmente acontece com frequência na representação de mulheres poderosas no cinema e na televisão.
      A princesa da Ilha Paraíso amadurece ao longo do filme, passando por difíceis descobertas sobre a índole humana. Isso trás uma densidade interessante para o personagem, onde podemos enxergar diferentes camadas de sua personalidade. Ao mesmo tempo que Diana é ingênua, também é uma mulher cheia de conhecimentos. Tem valores fortes e toma suas próprias decisões, mas não se fecha para novos aprendizados.

      Além disso, o filme conta com um grupo bem diversificado de pessoas, cada um com sua história particular mencionada, ainda que por cima, durante a história. Infelizmente nem todos os personagens foram muito bem utilizados e desenvolvidos, como é o caso da vilã Dra. Maru (Elena Anaya), que não teve quase nada de seu background explicado, e Etta (Lucy Davis) de quem não sabemos quase nada, além de sua profissão.

      Outro detalhe que me incomodou no filme, foi a escolha de como um dos maiores problemas foi solucionado, mas como para explicar isso preciso soltar um grande SPOILER, vou escrever em cinza bem claro, e quem quiser por sua conta em risco e ler algo sobre o fim da história, basta selecionar:

      Uma das grandes ameaças apresentadas no longa é uma nova arma, que está sendo transportada em um avião e irá devastar a cidade de Londres.
       Enquanto Diana duela contra Ares, o Deus da Guerra, a tarefa de impedir a morte de milhares de pessoas fica nas mãos do piloto Steve Travor (Chris Pine).
       Sendo essa uma das maiores ameaças, acredito que não devia ter sido deixada para outra pessoa que não a heroína. Eu não digo que ela devesse fazer tudo sozinha, sem nenhuma ajuda, mas achei esse um dos pontos mais importantes daquele fim de guerra, e acabou sendo resolvido por outra pessoa.
        Apesar de a batalha entre Ares e a Mulher Maravilha, ser obviamente pensada como o confronto final, o grande ápice do filme, eu não acho que suas consequências sejam tão impactantes.

     Fim do Spoiler

      Apesar de não achar que Mulher Maravilha supriu toda a minha expectativa, o considero um bom filme, que cumpriu o que propôs e que pode ser uma porta de abertura para outras ótimas produções sobre heroínas. Recomendo ^^

domingo, 10 de julho de 2016

O que assisti essa semana 29



     No post de hoje vou falar apenas sobre dois filmes, que apesar de serem muito elogiados, não me agradaram muito. Espero que vocês não me achem chata por isso :p



     Truque de Mestre 2 mostra a volta dos cavaleiros à ação, dessa vez tentando desmascarar um empresário da área de tecnologia que vende informações de seus clientes, mas acabam mexendo com pessoas ainda mais poderosas.
     Eu já não havia gostado do primeiro filme da série, como disse nesse post aqui, então não tinha muitas expectativas para sua continuação, e acabou sendo mais ou menos o que eu esperava.
      Não me levem a mal, o filme tem um elenco ótimo (incluindo Morgan Freeman, Mark Ruffalo, Daniel Radcliffe e Michael Caine), muita ação e bons efeitos, mas acaba não convencendo no quesito história. Os exageros são extrapolados durante  os truques dos cavaleiros que só não incomodariam se o filme se tratasse de mágica de verdade e não de truques.
      A relação dos personagens também é um tanto quanto superficial e previsível, o que torna mais difícil criar empatia com o grupo.





     No filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça, um dos mais aguardados do ano, inclusive por mim, vemos Bruce Wayne preocupado com as ações do Super-Homem e as consequências que elas trouxeram para os humanos, enquanto Clark Kent quer mostrar para o mundo que os métodos do homem morcego para combater o crime são muito extremos.
     A briga dos dois maiores e mais populares heróis da DC vem sido aguardada a muito tempo e levou milhões de fãs aos cinemas e muitos, assim como eu, queriam mesmo era ver a estreia da Mulher Maravilha nos filmes.
      Apesar de toda a expectativa, principalmente para mim que não puder ir até o cinema e precisei esperar um pouco mais, o longa não me conquistou. Os trailers, por sinal muito bem feitos, me venderam um filme cheio de ação, com lutas fantásticas, que acabaram não durando muito e deixando o filme um tanto monótono.
      A melhor parte, na minha humilde opinião, foi o gancho para o filme da Liga da Justiça,  previsto para 2017, mostrando pequenas cenas onde os heróis foram "apresentados", deixando aquele gostinho de preciso ver mais.