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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Coroa da Meia-Noite



"Celaena Sardothien agora trabalha como a campeã de um Rei a quem não é leal, apenas para tentar conquistar sua tão sonhada liberdade. Em meio as missões que é obrigada a cumprir, a assassina acaba se deparando com segredos perigosos que envolvem o atual monarca e que podem colocar todo o povo de Erilea em perigo."


Por ter levado alguns meses entre a leitura do primeiro e do segundo livro, acabei me esquecendo de vários pontos da história, o que me atrapalhou um bocado no início de Coroa da Meia-Noite. Já não lembrava de muitos personagens que eram citados e nem mesmo, acontecimentos importantes do primeiro volume.

Passado todo o estranhamento causado por esse tempo entre uma leitura e outra, mergulhei de cabeça na história da assassina de Adarlan, que tem um ritmo agradável e envolvente de narrativa, mostrando pontos de vista de personagens diferentes em seus capítulos, mesmo sendo narrado em terceira pessoa.


O enredo é simples, e segue alguns clichês do gênero, onde uma pessoa é a escolhida para derrotar o mal que assola o mundo em que vive, mas os personagens da saga Trono de Vidro são cativantes, fazendo com que você se apaixone por eles, ainda que em alguns momentos, queira soca-los.

Em meio a traições e segredos, finalmente conhecemos o lado letal de Celaena, descobrimos mais sobre suas habilidades como a famosa assassina de Adarlan e sobre seu passado. Mesmo com diversas cenas de luta e toda a carga dramática que traz a personagem, seu humor afiado garante ótimas interações, principalmente com o capitão Chaol Westfall, que por sinal, continua sendo o meu preferido.

Fiquei feliz quando algumas de minhas previsões durante a leitura falharam, afinal, isso mostra que a história não era tão previsível quanto eu imaginara.


O romance tem parte importante no enredo e ocupa boa parte das páginas, mas não deixou a história melosa ou cansativa. Gostei como as complicações apareceram e se resolveram, sem grandes rodeios e com drama na medida certa.

Estou bem ansiosa (tipo, queria para agora) para adquirir o terceiro volume da saga, Herdeira de Fogo, e saber qual será o peso das descobertas feitas nos últimos capítulos de Coroa da Meia Noite.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Trono de Vidro


"Celaena Sardothien é um assassina famosa, a mais temida de toda Andarlan. Após ser presa, passa um ano como escrava nas terríveis minas de sal de Endovier, até que surge uma oportunidade que pode lhe devolver sua tão sonhada liberdade.

O príncipe Dorian lhe propõem um acordo, se participar da competição para se tornar a campeã do rei e vencer, logo poderá se tornar uma mulher livre.

Apesar da repulsa em precisar trabalhar para um governante que abomina, Sardothien precisa medir com cuidado seus atos, pois essa pode ser a única chance de recomeçar sua vida.

Novos motivos começam a motiva-la a se tornar a campeã, mas perigos misteriosos complicam seus planos e ameaçam a vida de Celaena e das pessoas que ela aprendeu a gostar."


A história tem uma escrita fluída, que facilita a leitura e te deixa bem envolvida. Terminei em pouco mais de dois dias.

Os personagens são sem dúvida a melhor parte do livro, cativantes e profundos, com interações muita divertidas entre si. Com o tempo, você vai conhecendo um pouco mais do interior deles e suas complexidades.

Celaena ao mesmo tempo que é mortal e perigosa, tem um grande senso de justiça e uma bondade inesperada em uma assassina, além de um forte positivismo e um ótimo humor.

Meu personagem preferido foi com toda certeza o capitão a guarda real Chaol Westfall, que tem como obrigação colocar Celaena novamente em forma para a competição. Ele é responsável e muito racional, mas adora provocar a jovem.


As capas de toda a saga do  Trono de Vidro são lindas e não vejo a hora de adquirir as continuações.

         

Ah! E como todo bom livro de fantasia, temos um mapa mostrando o continente de Erilea, onde se passa a história.




As únicas coisas que eu não gostei muito durante a leitura foram as partes mais previsíveis da história como o possível triangulo amoroso envolvendo os protagonistas. Isso meio que tem se tornado muito comum na maioria dos livros :s.