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sábado, 5 de setembro de 2026

Por que estamos tentando nos encaixar em lugares que nem queremos?

Esses dias eu assisti a um vídeo no Youtube da Arieska Meurer comentando sobre os 20 livros que as pessoas mais mentem que já leram.
No vídeo ela menciona alguns livros, como clássicos e até mesmo o famosinho 50 tons de cinza, e menciona que algumas pessoas simplesmente não querem ficar de fora.



Somos seres sociais, fato! Estar inserido em uma comunidade, em um grupo, é importante para nossa sobrevivência. No entanto, não consigo entender algumas pessoas quererem se sentir pertencentes em algo que nem gostam (afinal, nem conhecem).

Não é humanamente viável pertencer a todos os grupos, acompanhar todos os nichos, estar por dentro de tudo. Então por que mentir que consome algo só para se sentir incluído em algo que você não dá importância o suficiente para realmente apreciá-lo?

Vou usar um caso meu para explicar meu ponto. Durante minha adolescência todos os meus amigos assistiam Naruto e comentavam muito sobre o anime. No entanto, a história nunca me gerou muito interesse, então, não assisti. Isso não me impedia de ouvir eles falando sobre e até mesmo perguntar algumas coisas. Mas como eu não tinha tanto interesse, não fiz questão de ver e mentir que assisti só para me integrar em um nicho que eu claramente nem curtia tanto não tinha muito sentido.


Além disso, se algo te interessa, gera curiosidade ou você acha que vai te agregar em algo, por que não apenas ir lá e faze-lo? Se eu quero fazer parte da hype do livro Odisseia (que está em alta por causa do filme do Nolan), então por que, em vez de mentir, eu só não vou lá e leio?


via GIPHY


Ah, Andressa, eu não tenho tempo! Então gaste-o com coisas que realmente importam. Para que eu vou entrar em uma conversa sobre um livro que eu não li, um filme que eu não vi, uma série que não acompanhei, se poderia estar fazendo isso com coisas que eu realmente gosto?

Tem gente que mente que leu alguma coisa só para se sentir mais inteligente (o que não é o caso de todos os livros da lista, vide 50 tons que tem uma reputação bem indesejável). Até parece que só porque você eu alguma coisa dita clássica você se torna mais inteligente! Você pode ler algo sem entender patavinas  ¯\_(ツ)_/¯

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

BEDA 24: Os looks de Rachel Green.


     O post de hoje é sobre um tema bem diferente dos que eu geralmente faço aqui no blog, porque se se tem uma coisa que eu não entendo bulhufas é sobre moda, mas após assistir Friends aproximadamente umas 798 vezes, fica difícil não falar sobre os modelos que a personagem Rachel Karen Green (Jennifer Aniston) usa durante a série.
     Variando do básico jean e moletom, que ela usa bastante ao longo dos episódios, até vestido de festa que acho lindos, Rachel tem um visual moderno sem ser extravagante.

      As saias de cintura alta com blusas curtas e croppeds eram uma marca característica da personagem, principalmente nas primeiras temporadas.



     Vestidos de festas, em grande maioria longos, são sempre uma mistura de simplicidade e sensualidade na medida certa, apostando em costas abertas ou fendas.





     Seus uniformes no trabalho (já no ramo da moda) eram sempre sociais, mas cheios de estilo.



     E bem, o que dizer dessa saia que eu babo desde a primeira vez que eu vi?




     Como eu disse, não sou uma grande conhecedora de moda, mas em minha opinião pessoal, Rachel é uma das personagens mais bem vestidas da televisão.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

BEDA 08: 12 Monkeys- 1ª temporada



     A série 12 Monkeys é exibida pelo canal Syfy e baseada no filme homônimo, lançado em 1995 e estrelado por Bruce Willis, Madeleine Stowe e Brad Pitt. Existem algumas referências visuais sobre o filme durante a primeira temporada.
     James Cole (Aaron Stanford) vive no ano de 2043, mas precisa viajar para o passado, com o intuito de impedir que um vírus mortal seja liberado pela organização dos Doze Macacos e destrua quase 94% da população mundial. Durante sua missão ele acaba conhecendo a virologista Dra. Cassandra Railly (Amanda Schull), que passa tenta ajuda-lo a mudar o destino.
      A primeira temporada conta com 13 episódios, com ótimos plots, que aguçam sua curiosidade em continuar assistindo e roteiros bem elaborados que te fazem tentar ligar os pontos e criar teorias.
      A mudança de datas pode te deixar um pouco confuso de início, principalmente nos episódios em que elas ocorrem com mais frequência, mas o mesmo tempo isso cria uma ação interessante, mostrando um pouco dos dois mundos e explorando vários núcleos.
      Os personagens são bem interessantes, com qualidade e defeitos que os torna mais convincentes. A dinâmica entre os núcleos também é bem construída, como uma boa teia, onde tudo está ligado e deixando difícil ter pontas soltas.
   
     O último episódio da série te deixa bem ansioso para a continuação, com a abertura de um novo arco e mudanças inesperadas. Estou muito curiosa para os próximos capítulos e espero que a qualidade seja mantida sem que o roteiro se perca.
   

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Trono de Vidro


"Celaena Sardothien é um assassina famosa, a mais temida de toda Andarlan. Após ser presa, passa um ano como escrava nas terríveis minas de sal de Endovier, até que surge uma oportunidade que pode lhe devolver sua tão sonhada liberdade.

O príncipe Dorian lhe propõem um acordo, se participar da competição para se tornar a campeã do rei e vencer, logo poderá se tornar uma mulher livre.

Apesar da repulsa em precisar trabalhar para um governante que abomina, Sardothien precisa medir com cuidado seus atos, pois essa pode ser a única chance de recomeçar sua vida.

Novos motivos começam a motiva-la a se tornar a campeã, mas perigos misteriosos complicam seus planos e ameaçam a vida de Celaena e das pessoas que ela aprendeu a gostar."


A história tem uma escrita fluída, que facilita a leitura e te deixa bem envolvida. Terminei em pouco mais de dois dias.

Os personagens são sem dúvida a melhor parte do livro, cativantes e profundos, com interações muita divertidas entre si. Com o tempo, você vai conhecendo um pouco mais do interior deles e suas complexidades.

Celaena ao mesmo tempo que é mortal e perigosa, tem um grande senso de justiça e uma bondade inesperada em uma assassina, além de um forte positivismo e um ótimo humor.

Meu personagem preferido foi com toda certeza o capitão a guarda real Chaol Westfall, que tem como obrigação colocar Celaena novamente em forma para a competição. Ele é responsável e muito racional, mas adora provocar a jovem.


As capas de toda a saga do  Trono de Vidro são lindas e não vejo a hora de adquirir as continuações.

         

Ah! E como todo bom livro de fantasia, temos um mapa mostrando o continente de Erilea, onde se passa a história.




As únicas coisas que eu não gostei muito durante a leitura foram as partes mais previsíveis da história como o possível triangulo amoroso envolvendo os protagonistas. Isso meio que tem se tornado muito comum na maioria dos livros :s.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

The Musketeers- Última temporada

     A série The Musketeers da BBC, que conta a história dos quatros famosos mosqueteiros das obras de Alexandre Dumas durante o reinando de Luís XIII, chegou ao seu fim após três temporadas e trinta episódios (bem pouco para o meu gosto :p).

    A terceira e última temporada se iniciou apresentado o novo vilão, naquele estilo de bandido invencível que me incomoda um pouco, e novos jogos de alianças políticas, que apesar de pouco explorados são muito interessantes.
    Também fomos apresentados à algumas novas personagens que se envolvem com os mosqueteiros, leia-se aqui mulheres fortes e de personalidade como todas dessa série, algumas muito bem desenvolvidas, e outras que me pareceram um pouco forçadas para dentro da história, talvez por falta de tempo para um maior aprofundamento.
     Problemas envolvendo a situação social da França e da guerra contra a Inglaterra, aparecem com bastante intensidade, algumas cenas mais comoventes e com assunto mais chocantes e pesados, mas sem sobrecarregar a série.

     Apesar da sensação de pressa que tive ao assistir essa última temporada, achei o final bem satisfatório, fechando bem o ciclo de todos os personagens , sem colocar um ponto final definitivo. Irei sentir saudades de acompanhar o companheirismo e amizade de Athos, Porthos, Aramis e D' Artagnan, mas acredito que o final da história foi digno, mantendo o nível de coerência, de ação e de qualidade.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Black Sails

    Uma série prequel baseada no livro a Ilha do Tesouro Perdido de Robert Louis Stevenson, que conta a história dos piratas de Nassau, um lugar dominado pelo comércio ilegal e pela prostituição.

    A história se inicia com o capitão Flint, um pirata famoso, tentando impedir o possível motim de sua tripulação, enquanto busca ajuda para conseguir um grande saque que poderá mudar a vida de todos na ilha.

     Quando comecei a assistir a série, imagina que seria algo bem mais simplório, com muita ação e sangue, mas acabei tento uma ótima surpresa. Apesar da violência ser muito presente na história (as vezes mais do que eu gostaria), a parte política do enredo é muito bem desenvolvido, e a guerra pelo poder é algo ótimo de se assistir.
     Os personagens são muito bem elaborados, cada um com um objetivo de vida diferentes, lutando por suas próprias razões, o que te deixa muitas vezes indeciso sobre que lado está certo ou para quem torcer. As mulheres da série são outro trunfo, determinadas, fortes e duronas, mesmo as mais sensíveis. Alguns desses personagens são mais complexos e te inspiram sentimentos controversos, o que no meu caso aconteceu com o capitão Flint, que tem métodos radicais para conseguir o que quer, mas que depois de um tempo, comecei a entender os seus motivos.
      As duas primeiras temporadas são ótimas, e maratonei os 18 episódios em questão de dias. Sei que a terceira temporada já foi lançada e estou ansiosa para sua chegada no Netflix.

      Ps: Não recomendo para menores de 18 anos, pois a série tem muitas cenas de sexo e de violência, motivo pelo qual não coloquei o trailer oficial aqui :p


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Demolidor 2ª temporada

    Nossa Andressa, demorou tanto para assistir a nova temporada de Demolidor?
    Não, mas por algum motivo, acabei esquecendo de fazer a resenha e peço desculpas por isso.

    Enquanto Matt continua sua missão noturna de manter a cidade limpa de crimes, o escritório Nelson e Murdock enfrenta problemas financeiros e luta para se manter aberto, e nessa temporada eles pegam dois clientes que no mínimo podem ser considerados problemáticos.
     Com chegada do Justiceiro, a ação começa logo no início da temporada, com direito a várias cenas sangrentas, e com lutas empolgantes.
      Não conheço o anti-heróis das HQ's, mas gostei muito da atuação de Jon Bernthal e do que ele fez com esse personagem que divide opiniões, dentro e fora da série.
      Por causa do conflito de ideias com o Justiceiro, Matt começa a duvidar de seus próprios atos, e temendo colocar seus amigos em perigo e se afasta, tendo como ponto negativo as poucas cenas com Foggy Nelson.
      O crescimento dos personagens secundários é bem evidente, principalmente pelo grande destaque dado a Karen Page (com que não consigo de forma nenhum ter uma empatia). A jovem começa suas próprias investigações sobre a nova "ameaça" de Hells Kitchen, enquanto Matt se ocupa com outros problemas, trazidos por Elektra, uma ex-namorada com quem ele ainda tem algumas pendências. Sobre Éloide Yung no papel da assassina não sei muito o que dizer. A personagem tem seus ponto altos, mas não consegui definir o que sinto por ela.
     Infelizmente minha preferida, Claire Temple, não teve muito destaque, mas até que deu para matar um pouco da saudade.
     Ainda não sei se a série terá uma terceira temporada, já que precisa sobrar espaço para Os Defensores, mas estou ansiosa para que sim. Acredito no grande potencial que a história do homem sem medo tem para mais algumas temporadas.

domingo, 31 de janeiro de 2016

O que assisti essa semana 23

    Quem quer postagem atrasada? Para variar um pouco acumulei os filmes novamente, mas vamos lá falar um pouco sobre tudo que foi assistido.

    Billy "The Great" (Jake Gyllenhaal) é um lutador talentoso e muito reconhecido, que após sofrer uma grande perda precisa se reerguer e recuperar o respeito de sua filha e sua vontade de lutar.
    Apesar de Nocaute não ser um filme com uma história inovadora ou original, tem uma história emocionante e bom atores.
      Billy não exatamente o tipo de personagem que você simpatiza facilmente, ele é esquentado e meio esnobe, e apenas depois de toda tragédia que acontece em sua vida é que começa a crescer como pessoa.






    O filme Ilha do Medo se inicia quando o detetive Edward Daniels (Leonardo DiCaprio) é designado para investigar o sumiço de uma paciente do hospital psiquiátrico Shutter Island Ashecliffe, um lugar suspeito, onde ele suspeita que são feitas experiências  ilegais em seus internos.
     Apesar de não curtir muito os filmes do gênero suspense psicológico, não dá para negar que a Ilha do Medo tem uma história interessante e intrigante, que te deixa muito em dúvida sobre os acontecimentos do ínicio ao fim.
    Com um ótimo enredo e excelentes atores, esse suspense com toda certeza vale a pena ser assistido.
     Ps: preciso assisti-lo novamente para confirmar, mas acredito que existam alguns erros de continuidade visual, nada que tenha atrapalhado o filme de fato, é apenas uma curiosidade (caso vocês tenham assistido e tenham reparado nisso também, por favor confirmem para mim ^^).

sábado, 16 de janeiro de 2016

How to Get Away with Murder- 1ª temporada.

    A série acompanha a vida de Annalise Keating (Viola Davis), advogada penal e professora universitária rigorosa, que seleciona um grupo de alunos para trabalhar em seu escritório particular e aprender no dia a dia a profissão e que as vezes, só conhecimento, não é suficiente.
    Com uma dinâmica rápida, uma cronologia misturada e um misterioso caso a ser desvendado logo de início, How to Get Away with Murder te deixa grudado na tela, super curioso e ansioso para ver a continuação.
     A cada novo episódio, além da trama principal, um novo caso apresentado aos alunos de Annalise, que além de se preocuparem com as provas e o aprendizado, começam a disputar entre si, querendo mostrar quem é mais perspicaz.
    Durante o começo da temporada, você se vê envolvido, e fica até meio ansioso para que o problema menor seja logo resolvido, para que finalmente possa saber mais sobre o que realmente interessa, mas quando a trama de fundo realmente se desenrola, fica um pouco arrastada e meio cansativa, deixando um pouco de saudades dos casos menores.
     Um grande ponto positivo da série, é com toda certeza, a atuação de Viola Davis, que faz uma personagem que você não sabe se bate ou acolhe. Annalise é uma mulher que não mede esforços para vencer, independente de por cima de quem ela tenha que passar, e Viola te passa exatamente isso, sem deixar de lado humano e frágil de Keating.
      O fim da primeira temporada não foi tão bom quanto o restante dos episódios, e apesar de achar a nova trama apresentada um pouco forçada, pretendo assistir a sequência assim que ficar disponível no Netflix, pois realmente espero ser surpreendida.

PS: indicado para maiores de 16 anos.

PS²: esse foi o melhor trailer que achei, mas ele mostra muita coisa do primeiro episódio, então quem quiser ver sem saber de nada, não assistam o trailer :p


domingo, 29 de novembro de 2015

O que assisti essa semana 21

    Na semana passada eu simplesmente esqueci de postar os filmes assistidos, mesmo estando com a listinha pronta, então hoje irei falar um pouco dos filmes que assisti essas últimas semanas.

   Chappie conta a história de um robô roubado por uma gangue, que quer usa-lo em um grande assalto e contra a policia mecanizada de Joanesburgo. Após ser reprogramado, Chappie precisa ser ensinado a fazer tudo, assim como uma criança, e logo a gangue começa a educa-lo para uma vida de crimes.  
    O filme na verdade tem um roteiro fraco e sem nenhuma novidade, além de cenas pouco convincentes. O final do longa foi mal elaborado, e deixou aquela sensação de que tudo feito apenas para resolver os problemas, mesmo que isso não ficasse bom na história. Nem mesmo a presença de Hugh Jackman como vilão conseguiu trazer algo de agradável no filme.





    Sem muitas opções sobre o que assistir no cinema, acabamos decidindo por O Último Caçador de Bruxas, que fala sobre um homem amaldiçoado por uma bruxa a viver eternamente.
    Kaulder (Vin Diesel), trabalha para uma organização secreta da igreja que vigia as bruxas atuais, mantendo a ordem no mundo, até que a mãe das bruxas ameaça retornar a vida.
     O Último Caçador de Bruxas tinha um certo potencial para ser um filme com uma boa história, com várias coisas para mostrar, devido ao tempo de vida do protagonista e ao novo modo de vida das bruxas, mas as falhas de roteiro, as coisas mal explicadas e pouco plausíveis até para uma fantasia, deixaram muito a desejar.





    Na mesma linha que o anterior, de filme que tinha de tudo para ser bom, mas não foi, assistimos ao Truque de Mestre que conta com Mark Ruffalo e Morgan Freeman no elenco e mostra um grupo de mágicos que utilizam do ilusionismo para roubar bancos.
    A tentativa de fazer o filme surpreendente, acabou saindo pela culatra, e deixando toda a história muito sem sentido, o que é realmente uma pena, pois a ideia era bem interessante.
    O filme ganhara uma sequência em 2016 e espero, que de alguma forma, eles consigam crescer a história.






    E finalmente poderei falar bem de um filme nessa postagem :p.
    No domingo, logo depois da estreia, fui ao cinema assistir a conclusão da saga Jogos Vorazes, pela qual sou apaixonada.
    A Esperança o final começa exatamente onde o filme anterior terminou, e mostra o rumo que a revolução em Panem atingiu.
    Apesar de ter gostado mais da primeira parte e achar essa continuação um pouco longa, só posso dizer que a produção de toda a saga, incluindo esse último filme, foi muito bem feita e fiel ao livro (pelo menos no essencial), o que na minha opinião de leitora, foi genial.
      Minhas expectativas para com esse filme eram enormes, acho que talvez por isso não tenha me emocionado tanto ao assisti-lo (imaginava que sairia de lá chorando que nem um bebê),  mas em geral, foi excelente.

  
    E para finalizar, durante a semana, em um começo de noite sem muito o que fazer, resolvi assistir Orgulho e Preconceito, já que todas as garotas que eu conheço dizem ser apaixonadas por Mr. Darci, me deixando muito curiosa.
    O filme, baseado em um clássico de Jane Austen, conta a história de Elizabeth (Keira Knightley) e de suas quatro irmãs, que são criadas por uma mãe obcecada em lhes arranjar casamento.
    Elizabeth, que deseja mais que encontrar um bom partido, logo se vê interessada por Mr. Darci (Matthew Macfadyen), um homem esnobe com quem vive discutindo.
    Como passei anos ouvindo falar da história e de como esse casal era encantador, esperei que realmente fosse concordar com o que as pessoas tanto falavam, mas a verdade é que nada no filme chamou minha atenção, nem o enredo e nem mesmo as implicâncias dos protagonistas (coisa que eu geralmente gosto em um romance), e isso foi meio decepcionante para mim.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Jessica Jones

     Como muitos devem saber, o seriado Jessica Jones estreou sua primeira temporada dia 20 de novembro com treze episódios no Netflix.
     O seriado que conta a história Jessica, uma investigadora com grandes habilidades, que luta contra traumas de seu passado, faz parte de um conjunto de séries que será produzido em parceria da Marvel com a Netflix e se passa na mesma região que Demolidor (no finzinho da temporada podemos até encontrar um personagem em comum, que por sinal eu gosto muito *-*).
      Os personagens são bem cativantes, cada um a seu modo, e apesar de uma trama com um toque e um tema mais sombrios, a série ainda sim consegue ser engraçada, graças ao humor sarcástico de Jessica Jones, interpretada por Kristen Ritter, que na minha opinião (que no caso não conhecia a personagem nas HQ's), fez muito bem o papel proposto.
     Nesses primeiros treze episódios somos apresentados ao vilão Kilgrave, que tem a incrível e assustadora habilidade de controlar a mente das pessoas, interpretado por David Tennant, que fez um trabalho incrível na pele do homem que tem uma obsessão doentia por Jessica, que durante algum tempo foi manipulada por ele.
      Acho que a trama deu uma certa enrolada para se concluir, mas ainda sim, valeu muito a pena assistir e estou ansiosa para a segunda temporada.

       É sempre bom avisar, que a Netflix não tem nenhum receio em usar de cenas de violência e sexo de forma bem incisiva e explicita, então, novamente recomendo para maiores de dezoito anos.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Breaking Bad

     Depois de dois anos do final de Breaking Bad, eu finalmente resolvi assistir a série, que conta a história de um brilhante professor de química, que após descobrir um câncer, decide produzir metanfetamina, para deixar dinheiro para sua família.
     A série que teve cinco temporadas, se passa em um período de dois anos, e mostra toda a transformação de Walter White (Bryan Cranston), de um professor frustrado e cheio de problemas em um dos homens mais procurados pela narcóticos.
     Acho que nunca torci tanto contra um protagonista como em Breaking Bad. A atuação de Bryan foi genial, e conseguiu mostrar de forma incrível o monstro em que Walter se transformou (bem eu não acredito muito que ele era uma boa pessoa antes, mas ai é questão de opinião :p).
     Meu personagem preferido é Jesse Pinkman (Aaron Paul, que por sinal também arrasa na atuação), ex-aluno de Walter e sócio na produção de cristais, que muitas vezes é manipulado por seu parceiro.
     Apesar de ter gostado e me revoltado durante toda a série, seu final me deixou um pouco insatisfeita, mas é impossível falar sobre isso sem dar spoilers, então vou ter que deixar por isso mesmo :p

    PS: a abertura de Breaking Bad é muito curtinha, então coloquei aqui embaixo o trailer da primeira temporada.

domingo, 8 de novembro de 2015

O que assisti essa semana 20

    A Teoria de Tudo conta a história de Jane Wilde Hawking (Felicity Jones), esposa de um dos maiores físicos da atualidade, Stephen Hawking (Eddie Redmayne), e como ela enfrentou as dificuldades para cuidar de sua família e ainda lidar com a doença de seu marido.
     O filme mostra um pouco do início do relacionamento de Jane e Stephen, mas tem como grande foco o esforço da mulher, que durante muito tempo cuidou sozinha de seu marido que perdia os movimentos do corpo.
   Os atores fazem um trabalho excelente, com atuações incríveis. Definitivamente um filme que eu recomendaria.



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Fear The Walking Dead

    Esse seriado se passa no mesmo universo que The Walking Dead, de Robert Kirkman, e conta a história do inicio do apocalipse zumbi, quando tudo ainda estava tumultuado e confuso.
    Acompanhamos a jornada de sobrevivência das famílias Clark e Manawa, que precisam se unir e deixar de lado seus problemas pessoais para se manterem a salvo.
    Confesso que gostei mais do que esperava. Antes de assistir Fear The Walking Dead, acreditava que a história seria maçante e muito parecida com várias outras que já vimos, mas apesar de seguir o mesmo padrão de acontecimentos, a série conseguiu criar uma dinâmica interessante, que contrasta bem com o seriado de origem.
    Infelizmente, acredito que seja uma série que não tenha como se manter por muito tempo, já que seu intuito é mostrar apenas o inicio da infestação (pelo menos assim espero).
   Algumas coisas foram mais bem feita do que em The Walking Dead, como por exemplo, a dificuldade em se perfurar um crânio humano.
    Como ponto negativo, vejo apenas o fato de que os personagens descobrem muito rapidamente as condições de transformação dos "caminhantes".   

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O que assisti essa semana 19

Olha eu com postagem atrasada de novo ai gente :p.
Essa semana vou falar sobre os filmes Vingadores: Era de Ultron, As Mil Palavras e Amor e Outras Drogas, confiram o que eu achei.

 
Finalmente eu assisti ao tão comentado Vingadores: Era de Ultron, cheia de expectativas, que como sempre, me deixaram um pouco frustrada. Não que o filme seja ruim, apenas não é exatamente tudo o que falaram.

Ao invadirem uma das bases secretas da H.I.D.R.A., o grupo de heróis se depara com um novo modelo de inteligência artificial dentro da gema do cetro de Loki. Compelido por ilusões criadas por Wanda (Elizabeth Olsen), Tony Stark (Robert Downey Jr.), começa com o auxílio de Dr. Bruce Banner (Mark Ruffalo) a desenvolver um guardião para a terra com a tecnologia encontrada, dando assim origem a Ultron (James Spader). O "Androide" acredita que para defender a Terra e instaurar a paz, a destruição da raça é necessária (acho que já vi isso antes).

O filme passa aquela impressão estranha de que tudo se passa muito rápido, mas ao mesmo tempo é muito longo, podendo ter parte cortadas e outras melhores desenvolvidas.

As cenas de ação não foram muito inovadoras, e passaram menos dinamismo do que no filme anterior.

domingo, 13 de setembro de 2015

O que assisti essa semana 18

Como na semana passada eu não fiz essa postagem, e como nesses últimos dias (devido a minha conjuntivite), tive muito tempo livre, hoje irei falar sobre vários filmes assistidos.

Nesse post vou falar um pouco sobre o O Jardim Secreto, A Primeira Vez, Golpe Duplo, Insurgente, Vingadores e o Poderoso Chefão Parte II.

Vamos lá?

Em uma visita na casa da Juh, decidimos assistir ao antigo O Jardim Secreto, já que eu só assistira a adaptação em desenho.

Mary Lennox (Kate Maberly) é uma jovem que não recebe muita atenção de seus pais, e quando se torna órfã , é enviada a para a casa de um tio que nunca conheceu, onde permanece com a sensação de solidão.

Somente quando descobre um antigo e abandonado jardim, dentro da propriedade de seu tio, é que Mary finalmente se sente em casa. Enquanto cuida de seu novo refúgio, a jovem começa a fazer amizade com Dickon (Andrew Knott), irmão de uma das moças que trabalham na mansão, e com seu primo Collin Craven (Heydon Prowse), um jovem mimado e doente, que esta sempre sob os cuidados na rigorosa senhora Medlock (Maggie Smith), governanta da casa.

As diferenças da adaptação em filme e do desenho que assistira quando pequena, são bem sutis, e a história continua sendo muito fofa, leve e bem infantil.


domingo, 23 de agosto de 2015

O que asssisti essa semana 17

    Quando fiz a postagem da semana passada, esqueci de falar de alguns filmes que assisti, então vou aproveitar o post de hoje e falar sobre eles também.

    Mad Max: Estrada da Fúria foi um filme muito aguardado e muito comentado quando saiu no cinema, e cheguei a ler algumas vezes, que ele era o melhor filme do ano, por isso, estava ansiosa para assistir, mas para minha surpresa, não gostei nem um pouco.
    A história em si é bem fraquinha e repetitiva, tornando o filme bem monótono apesar de toda ação. 
    Max Rockatansky (Tom Hardy), durante uma fuga, se junta com um grupo de rebeldes liderados pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), a bordo de uma poderosa máquina de guerra contra o tirano Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne).
    Alguns detalhes tanto visuais, quanto de enredo, me pareceram muito forçados, desnecessários e em alguns casos , simplesmente não me convenceram.

domingo, 16 de agosto de 2015

O que assisti essa semana 16

    Quando escolhemos o filme 50%, que conta a história de Adam (Joseph Gordon-Levitt), um jovem que vivia uma vida exemplar até que descobre um câncer raro, achamos realmente estranho a classificação como comédia, já que se trata de um filme com uma temática que geralmente é mostrada em dramas (principalmente quando se trata de algo baseado em fatos reais). Apesar das tentativas de tornar a história cômica, o lado do drama realmente acabou sendo mais forte, o que me deixou ainda mais confusa com relação a classificação.
      Além de enfrentar os problemas de sua recém descoberta doença, Adam também precisa aprender como melhorar sua convivência com sua mãe, com quem sempre evita falar, e com uma crise em seu namoro.
    De qualquer forma, 50% conta de forma mais leve, mesmo que não cômica como pretendia, a história de alguém que tem que lidar com a esperança para viver.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A Breve Segunda Vida de Bree Tanner

   O livro A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, é uma história complementar a Eclipse, da série Crepúsculo, escrito por Stephenie Meyer.
    Bree é uma das vampiras recém-criadas por Victória no terceiro livro da série, com o intuito de formar um exército e se vingar de Bella. Dessa vez, conhecemos a história por seu ponto de vista, dando maiores detalhes da criação dos vampiros fora do núcleo da família Cullen. 
     A parte interessante dessa história é exatamente acompanhar os hábitos dos vampiros "não vegetarianos", e todos os mitos que rondam sua existência, mas infelizmente esse não foi um ponto muito explorado, já que o livro é bem curto.
       Minha demora em terminar esse livro, que contém menos de duzentas páginas, se deu pelo fato de não conseguir simpatizar com a personagem principal logo de cara, fazendo com que a leitura demorasse a engatar.
       Bree é num contexto geral, uma personagem sem muitas características marcantes, que está se habituando em uma vida nova, onde se proteger é a única função, e todos são inimigos em potencial, o que torna a relação com Diego (seu único amigo) meio apressada e forçada. Em alguns momentos, os diálogos entre eles parecem o que crianças no jardim de infância falam para fazer amigos, e isso me incomodou bastante.
        Quando a história atinge o ponto de encontro com o livro original, o momento da batalha,a coisa fica um pouco mais ativa e interessante, mas ainda sim, muitos acontecimentos não me convenceram, e me pareceram uma desculpa para amenizar o destino que a jovem Bree Tanner teve em Eclipse.