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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Sirius the Jaeger

luta entre o personagem Yuliy e um vampiro do anime sirius the jaeger

A nova animação original da Netflx, Sirius the Jaeger, conta a história de Yuliy, único sobrevivente de uma vila do povo Sirius, que se junta aos caçadores de vampiros para vingar sua família. O anime conta com 12 episódios de 25 minutos em sua primeira temporada (uma continuação ainda não foi confirmada) e tem traços bem agradáveis, mas deixa muito a desejar.

Para explicar vou precisar soltar alguns spoilers leves, os que forem maiores, vou deixar em cinza,. para que vocês possam evitar a leitura. Caso queiram ler todos os comentários, selecionem o texto ^^

Logo de início você percebe que a história não é nada original, parecendo muitas vezes recortes de outros animes, mas ainda espera um bom desenvolvimento, o que acaba não acontecendo.

Sirius the Jaeger parece se perder no meio do roteiro, com vilões fáceis de ser vencidos, histórias mal explicadas e personagens sem nenhuma profundidade (um dos pontos mais críticos na minha opinião).

Em algum ponto a história passa a girar em torno de um poder ancestral da vila Sirius, denominado A Arca, que está sendo procurado por vampiros, humanos e caçadores. Não fica claro os poderes que essa Arca possui, mas todos a querem.

A busca acaba sendo bem simples e as cenas de enrolação duram mais do que a jornada ou que as partes das lutas, tornando o anime cansativo e meio chato.

Comentário com Spoiler: o vilão principal (que conhecemos só depois de vários episódios) acaba conseguindo obter o poder da Arca, que aparentemente serve apenas para te dar uma fantasia fabulosa e purpurinada. Ainda que o vampiro não fosse capaz de controlar tamanho poder, algo mais deveria ter sido mostrado. Foi simplesmente bem frustrante!

Já na sinopse disponibilizada pela Netflix, Yuliy é descrito como um lobisomem e em alguns episódios chega a mostrar que ele é forte, se cura rápido e tem um bom olfato, e isso é só! Nada mais indica nenhum outro poder do protagonista, não há uma transformação completa ou convincentes, o que tira completamente o sentido das piadinhas feitas com o personagem por seus amigos.

Yuliy transformado em lobisomem
o máximo de lobisomem que você vai ver, desculpem desaponta-los

Yuliy tem características pouco marcantes e nenhum momento realmente interessante ao logo de todo o anime. Os personagens secundários também não cativam e foram ainda mais mal explorados do que o protagonista. Até os vampiros (que para quem ama histórias do gênero como eu já são razão suficiente para assistir algo) foram sem graça, nada charmosos, nada densos e fracos.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Menina mais Fria de Coldtown


Em um mundo infestado por vampiros, a sociedade precisou aprender a conviver com o perigo. Cidades inteiras foram isoladas. As chamadas Coldtown's mantém seus moradores, humanos e vampiros, isolados fisicamente do resto da sociedade, que acompanha os acontecimentos de dentro dos muros através de chamativos e glamourosos programas de televisão.

Após acordar em uma festa e encontrar quase todos seus amigos mortos, Tana precisa se dirigir para a Coldtown mais próxima, junto de seu ex-namorado que foi infectado e um estranho vampiro.


A Menina mais Fria de Coldtown tem um ritmo um pouco estranho. Apesar de ser cheio de ação e dinamismo, alguma coisa na narrativa de Holly Black torna a história um pouco arrastada, com capítulos que parecem ser longos demais.

Talvez isso também se de pelo fato de que muita coisa acontece em pouco tempo. Dando a impressão que você já muitas páginas.


Os capítulos de Tana são mais compridos, cheios de acontecimentos e explicações de como a garota se sente, já estava passando por um bocado de coisas assustadoras em menos de uma semana e precisando tomar várias decisões perigosas.

Há também alguns flashbacks que servem como pano de fundo para a personalidade dos personagens principais.


Alguns pontos do enredo, como as atitudes de Gavriel (o estranho vampiro que viaja com eles), não fizeram muito sentido para mim, mas tentei não me apegar muito nesses detalhes, afinal de contas, o personagem não é muito lúcido.

Tana e Aidan (seu ex-namorado) me pareceram personagens bem autênticos e realistas, cheios de falhas e com escolhas bem duvidosas.


Não posso dar muitos detalhes sem soltar um spoiler, mas acho que não há problemas em comentar que de imediato o final pode ser um tanto quanto frustrante, mas algum tempo depois da leitura, ele passa a ser mais aceitável.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Histórias sobre vampiros

   Muitas pessoas devem imaginar que meu fascínio por histórias de vampiros começou no momento em que eles se tornaram mais populares (por isso entenda o lançamento de Crepúsculo), mas a verdade é que esse gosto um tanto peculiar começou a mais ou menos dezessete ano atrás, quando ainda criança, comecei elaborar minha própria história (que por sinal não está  finalizada até hoje :p).
     Já comentei em algumas resenhas e postagens anteriores, que meu tipo preferido de personagem é aquele cheio defeitos, que muitas vezes fica em cima do muro na questão ser o "mocinho" ou o "vilão", talvez esse seja um dos motivos pelo qual eu gosto tanto desse tipo de literatura, mesmo que nem todas as histórias sigam essa regra.
     Já li algumas sagas, e cada uma retrata os seres imortais de forma completamente diferente, e ainda sim, eu geralmente gosto. Nesse momento vocês devem estar pensando "até quando eles brilham Andressa?", é bem, não é uma característica que eu tenha gostado, mas para mim está ok, afinal, é a liberdade de criação de cada um.
    Atualmente, estou finalmente terminando de escrever um dos meus livros, que não é o mesmo que citei no começo do post, mas mesmo assim adivinhe só, é sobre vampiros!
    Infelizmente, a popularização de um tema sempre trás seu lado positivo: a facilidade em encontrar itens do gênero, e o lado negativo: o preconceito de muitos por ter se tornado uma "modinha". Acho que nesse momento, o segundo item é o que predomina, mas tudo bem, continuarei a escrever meus livros e a colecionar histórias de vampiros mesmo assim. Por que? Porque é um dos temas que me levou a criar história e a finalmente escreve-las, e sendo modinha ou não, sempre irão atrair minha atenção!