segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Medieval: Lenora dos Leões


    A última história do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica, Lenora dos Leões, é escrita por Helena Gomes e acompanha a história da jovem Lenora, sequestrada por seu tio, o rei, que a mantém sempre por perto, como seu brinquedo.
    Apesar de prisioneira, a garota considera o cruel e vingativo rei como a um pai, já que ele lhe proporciona a única vida que conhece.

     A história é cheia de acontecimentos de guerra, conflitos e traições, que acabam não se adequando ao estilo de conto, fazendo parecer que tudo está sendo contado as pressas, com detalhes que nunca serão desenvolvidos, não se integrando com o enredo.

     Como não gosto de livros com cenas de violência sexual, acho válido avisar que esse livro as contém e esse é um dos motivos pelos quais eu não apreciei a leitura, que acaba de certa forma, romantizando todo o abuso que Lenora sofre nas mãos do tio.

       Quer adquirir o livro? Clique aqui.

domingo, 26 de novembro de 2017

OQAES: Doutor Estranho e Liga da Justiça

doutor estranho e liga da justiça

    

 Stephen Strange é um talentoso e ambicioso neurocirurgião, que sofre terríveis lesões nas mãos após um acidente, ficando assim impossibilitado de exercer sua profissão. Logo ele se vê em uma busca desesperada e obsessiva por uma cura, que acaba o levando ao Nepal, onde encontrara respostas surpreendentes.
       Doutor Estranho tem um enredo bem simples e comum para os filmes do gênero, ele loga inicia um treinamento, mas fica relutante em aceitar suas funções como protetor de nossa dimensão.
      Gostei bastante do desenvolvimento de Stephen, que apesar de ser egocêntrico, foi um dos poucos heróis que vi até hoje realmente abominarem a ideia de tirar uma vida, ainda que fosse a do vilão.
      O filme é cheio de grandes efeitos visuais, meio psicodélicos, o que não faz muito o meu estilo, mas para quem gosta é com toda certeza um prato cheio.



     A Liga da Justiça inicia com a busca de Bruce Wayne por um grupo de pessoas com habilidades especiais, para se unirem contra uma força poderosa que tem como objetivo destruir a Terra.
      O filme tem, novamente, um enredo bem comum, e é um tanto quanto corrido. Tanto a introdução do problema, quanto sua resolução, acontecem de forma muito rápida e os personagens são mal explorados, um problema recorrente em histórias com tantos heróis.
      Não gostei de como alguns dos personagens foram introduzidos e alguns reintegrados a história. Apesar de ter acertado na dose de humor, Liga da Justiça não soube incorporar emoção nesses momentos, ou em qualquer outro para falar a verdade.
       Sei que falei apenas em pontos negativos, mas não achei o filme ruim, apenas ok. Acredito que se tivessem dado um pouco mais de espaço para o desenvolvimento dos personagens de forma individual, poderia ter sido melhor.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Medieval: A flor vermelha


     A Oitava história do livro Medieval: Contos de Uma Era Fantástica, é A Flor Vermelha, releitura escrita por Karen Alvares, e conta a história de Pingyang, uma princesa que lutou para proteger sua família e libertar o povo da tirania do imperador.

     A Flor Vermelha tem uma escrita envolvente, cheia de boas cenas, misturando romance, superação e lutas, com uma dinâmica interessante, misturando passado e presente.
     Infelizmente, apesar de anunciado logo nas primeiras linhas da história, o desfecho foi um pouco corrido, não passando toda a emoção que aquele fim merecia.

      Quer adquirir o livro? Clique aqui.

domingo, 19 de novembro de 2017

OQAES- Thor: Ragnarok

ator Chris Hemsworth como Thor em Thir Ragnarok

     Em Thor: Ragnarok, o deus do trovão tenta impedir uma profecia sobre o fim de seu mundo, mas logo conhece uma ameaça ainda mais poderosa, Hela (interpretada por Cate Blanchett) deusa da morte, que pretende assumir o trono  de Asgard.

      Quando fui ao cinema assistir Thor: Ragnarok, já estava bem avisada sobre o tom de comédia que o filme tinha, por isso não me incomodei com a falta de seriedade no enredo, ainda que houvessem momentos com potencial para uma pequena carga dramática não aproveitados.
      O terceiro filme do herói (interpretado por Chris Hemsworth) teve muita ação, comédia e muitos efeitos especiais, e nesse último ponto, alguns acabaram não me agradando, como durante as cenas de luta de Hela, que ficaram muito artificiais.
     Alias, ainda falando sobre a vilã, achei a personagem e sua história mal explorada, com pouco tempo de tela e diálogos insossos, o que infelizmente foi uma característica comum a todos os personagens. Tudo foi bem superficial e sem nenhuma emoção.
     Um dos pontos positivos do filme, além de ser divertido, foi com toda certeza a ótima e marcante trilha sonora. Vou passar alguns dias com aquela música do Led Zeppelin na cabeça :p