sexta-feira, 20 de julho de 2018

Luke Cage- segunda temporada


Na segunda temporada do Herói de pele indestrutível, Luke Cage precisara lidar com uma guerra entre Mariah Stokes e um misterioso jamaicano com força sobre humana que se chama de Bushmaster.

A briga pelo poder entre a vereadora e esse homem, que busca vingar sua família, trás a violência desordenada para as ruas do Harlem, bairro que Luke tenta a todo custo proteger.

Sem saber qual lado pode trazer mais danos, Luke migra sua aliança diversas vezes ao longo dos episódios, ao mesmo tempo que tenta lidar com seus conflitos pessoais e problemas com a raiva.


Os vilões tiveram grande destaque nessa temporada, com histórias bem construídas, fazendo com que em certos momentos você sinta certa empatia por eles, mesmo sabendo todas as coisas horríveis que fizeram. Eles provavelmente foram o destaque da série, tanto em enredo, quanto em atuação.

mariah e bushmaster
Mariah e Bushmaster no Harlem's Paradise

Apesar de ser o protagonista e de ter tido papel importante no desenrolar da história, Luke parece ter ficado de fora de grande parte da resolução dos problemas da série. De certa forma, foi interessante ver a trama se resolver sem a típica disputa épica entre o mocinho e o vilão.

Luke também se mostra um homem complexo, com sentimentos conflitantes e toma decisões que deixam um gancho bem diferente para a terceira temporada. Não sei como irá ser abordado nas outras séries Marvel/Netflix (Jéssica Jones, Punho de Ferro e Demolidor), mas torço para que não seja esquecido ou irá causar um grande furo de roteiro.

Não me lembro do herói ser tão machista na primeira temporada, mas em certos momentos tive vontade de entrar na tela e socar o protagonista. Espero que na próxima temporada isso também seja resolvido.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Filmes sobre Rock 'n' Roll



Dia 13 de julho é comemorado o dia do Rock, um dos meus gêneros musicais preferidos e como em 2016 eu já criei uma playlist, esse ano decidi fazer uma postagem com filmes que falam sobre Rock.


Escola do Rock




Esse clássico da sessão da tarde conta a história de Dewey Finn (Jack Black), um roqueiro que acaba de ser expulso de sua banda e precisa de dinheiro para ajudar nas despesas de seu apartamento.

Se passando por Ned, seu colega de quarto, ele acaba assumindo uma vaga de substituto em uma escola. Por não se tratar de um professor de verdade, decide ensinar o que sabe para as crianças, formando assim, uma banda de rock juvenil.


Cazuza- O Tempo Não Para




Filme biográfico do cantor e compositor Cazuza (interpretado por Daniel Oliveira), desde o início de sua carreira, passando pelo sucesso com a banda Barão Vermelho, até a luta contra a AIDS.



Rock Star




E para finalizar as indicações, esse filme que eu amo e já assisti dezenas de vezes.

Chris Coles (Mark Wahlberg) é vocalista de uma banda cover de Steel Dragon (fictícia), por quem ele tem verdadeira paixão.

Após ser expulso de sua banda, Chris é percebido pelo vocalista original do Steel Dragon durante um show e sobe ao palco para cantar uma música junto da banda e isso muda completamente sua vida, mergulhando completamente no estilo "sexo, drogas e rock 'n' roll".

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Champions



Champions é uma série de comédia disponível na Netflix, com dez episódios, e conta a história de Vince Cook (Anders Holm), um ex-atleta sem grandes objetivos, que administra a academia da família e mora com seu irmão mais novo.

A vida dos irmãos Cook começa a mudar quando Michael (J. J. Totah), o filho adolescente de Vince, que ele não conhecia, precisa morar com eles para estudar em uma escola de arte da cidade.

A série é bem curtinha e engraçada, com um enredo bem clichezinho e leve, fácil de maratonar.

Apesar de conter diversos estereótipos e personagens caricatos, como Matthew Cook, um homem bonito e meio bobão, a série conseguir mostrar dois personagens que fugiram dos padrão utilizados nesse tipo de história, o que foi bem interessante. 

Vince não é aquele pai bobalhão que não sabe fazer nada. Ele comete erros, claro, mas desde o momento em que começa a cuidar do filho, cria atitudes paternais, finalmente assumindo a responsabilidades que evitou por anos. 

Prya (Mindy Kalling), por sua vez, não faz aquele papel de mãezona super responsável que precisa constantemente corrigir os erros do pai. Apesar de ter criado muito bem seu filho por sozinha por quinze anos, ela também tem falhas e cometeu erros, o que a torna muito mais real.

Outro ponto positivo é que em nenhum momento da série a questão da sexualidade de Michael chega a ser um problema. Ele é acolhido por todos de forma natural. Sei que isso pode não ser o que ocorre na maioria das famílias, mas é legal mostrar que  pessoas LGBT's também podem ser aceitas por sua família.

Espero ansiosa por uma segunda temporada, torcendo para que alguns estereótipos sejam menos utilizados e novos temas possam ser abordados, sempre com a leveza que a primeira temporada trouxe.

domingo, 1 de julho de 2018

OQAES: Deadpool 2 e Além da Morte



cartaz de deadpool 2 com deadpool e cable
Para defender o jovem mutante Russell (Julian Dennison) de um assassino do futuro, Deadpool (Ryan Reynlods) precisara reunir um grupo habilidoso e aprender a trabalhar em equipe, além de lidar com a culpa por acontecimentos em sua vida pessoal.

A história do segundo filme de Deadpool é bem morna e tem um roteiro fraco, o que chega a ser falado pelo protagonista durante o longa, o que acaba não sendo um problema, já que ele não se propõem a ser um grande filme, com uma ótima história. A ideia essencial é ser um filem de ação/comédia com muitos tiros, sangue e piadas de baixo calão e é exatamente isso que ele entrega.

Apesar de cumprir sua função no quesito risadas, a falta da inovação que foi o primeiro e o uso de algumas piadas de mal gosto e sem muita graça, deixaram aquela sensação de que o filme poderia ter sido melhor executado.

Um grande ponto positivo de Deadpool 2 é sua trilha sonora, uma mistura de hip-hop, pop e flashback's bem nostálgicos.




cartaz de além da morte com o grupo de 5 estudantesEm Além da Morte, um grupo de estudantes de medicina iniciam um perigoso experimento, onde
param seus próprios corações para saber o que sentem os pacientes que viveram a quase morte.

Após o início dessa experiência, eles são assombradas por estranhas visões, onde a culpa que carregam pode leva-los a morte.

Em questão de terror o filme acaba sendo fraco, com poucos momentos de tensão que não criam aquele feito necessário para o susto e a resolução do enredo foi muito simples, sem grande emoções.

Acho que o único acerto de Além da Morte foi não tentar deixar aquele gancho forçado que a maioria dos filmes de terror utilizam para fazer suas sequências.