segunda-feira, 6 de julho de 2026

Assistindo e assistidos

 


O Jogo da Morte acompanha a punição do jovem Yee-Jae após ele ofender a Morte cometendo suicídio. Por esse ato, ele precisará viver e morrer diversas vezes e, quem sabe, corrigir seus erros. 

Maratonamos esse seriado, disponível na Prime Vídeos, em poucos dias (porque maratonar para mim ainda leva tempo rsrs).  Os personagens são interessantes e o ritmo é frenético, pelo menos até o último episódio, em que as coisas desaceleram bruscamente, para dar lugar a sensibilidade e a comoção.





Continuei minha jornada nostálgica de Smallville, essa obra de arte de roteiro fraco e repetitivo rsrs.









Também começamos a assistir a Matlock, um seriado que acompanha a Sra Madeline em busca de vingança contra uma firma de advocacia, utilizando diversas artimanhas e invisibilidade que pessoas idosas sofrem como ferramentas de ação. 

domingo, 5 de julho de 2026

De molho...

 Caí de cama nesse fim de semana. Uma gripezinho ou resfriado que, apesar de não estar muito forte, me deixou bem cansada. Passei o sábado deitada e no único momento que tentei ser minimamente ativa quase deu tela azul aqui.

Queria dizer que estou aproveitando esse descanso para ler ou ver séries, mas a verdade é que passei tempo do que gostaria nas redes sociais.  Por isso hoje estou tentando dar uma animadinha, intercalando entre descanso e algumas tarefinhas que estava adiando, como gravar vídeos. Longe de mim querer enfiar produtividade até no meu momento de doença, mas já estava de saco cheio de ficar deitada.


Espero acordar mais disposta amanhã, afinal, a CLT volta ao trabalho!

domingo, 31 de maio de 2026

A Noite de um Imortal III- Os Outros (Prólogo)

 *Texto ainda sem revisão formal


Ulrich


Apenas quando o sol começou a invadir sutilmente o quarto pela fresta aberta da grossa cortina, percebi que já fazia horas que eu tentava, sem sucesso, dormir. Nem mesmo uma noite cansativa conseguiu vencer o forte jet lag em que eu me encontrava quase que permanentemente. Não me lembrava de ter tido uma boa noite de sono no horário apropriado desde o fim das minhas férias, há dois meses, afinal, minha rotina não permitia isso.

Ao meu lado, Blair dormia pesadamente, com um dos braços jogado por cima do meu peito e o rosto coberto pelo longo e escuro cabelo cacheado. Não queria acordá-la, mas não aguentava mais ficar deitado, encarando o teto, então, gentilmente, peguei seu pulso e coloquei sobre o travesseiro ao lado, tentando levantar da cama sem movimentos bruscos, mas falhei.

— Você não está pensando em fugir, né?— Disse manhosa e sonolenta, com seu sotaque de Nova Iorque, me abraçando novamente.

— Estou sem sono. Ia tomar um banho. Não quis te acordar.

  Ela levantou a cabeça e olhou o relógio em cima da cômoda ao lado da cama.

— Ulrich, não são nem seis da manhã. Você chegou a dormir?— Neguei com a cabeça. — Bem, então acho que devemos te deixar mais cansado, não é mesmo? Porque aparentemente eu não fiz um bom trabalho antes. — Ela se aproximou, um sorriso malicioso vencendo a cara de sono, e colocou o corpo nu e quente sobre o meu.

Talvez a ideia fosse melhor do que o banho. Não sei se me faria dormir, mas com certeza era um proveito melhor de uma insônia. Afastei seus cabelos com uma mão e beijei seu pescoço, enquanto a outra descia por suas costas de pele macia. Ela gemeu em resposta, mandando qualquer vestígio de sono que poderia haver em mim para o inferno. Agarrei firme em seus quadris quando sua boca se encontrou com a minha, suas mãos emboladas no meu cabelo. Meu celular apitou em sinal de mensagem e eu cogitei seriamente ignorá-lo, mas sabia que não seria prudente.

— Preciso responder— disse, apoiando minhas mãos em seus ombros e afastando nossos corpos o mais suavemente que podia.

— É sério isso?— Ela bufou.

— Pode ser importante.

— São cinco e pouco da manhã.

— Aqui em Nova Iorque. — Ela revirou os olhos e se jogou para o lado, frustrada. Eu também estava, mas não podia ignorar meu telefone de trabalho.

Peguei o celular no bolso da calça, que estava jogada no chão, e visualizei a mensagem do meu chefe: uma imagem retirada de um jornal londrino.


“O número de crianças desaparecidas preocupa a polícia local.


Três famílias registraram o sumiço de jovens nos últimos dois meses. Apesar da proximidade, a polícia ainda investiga se os casos estão relacionados”.


Logo abaixo da imagem, apenas uma mensagem passando informações dos locais suspeitos e perguntando quando eu chegaria em Londres.


“Pego o próximo voo”, respondi.


sábado, 2 de maio de 2026

Assistidos de Abril/2026

 


Anaconda

Peguei para assistir à Anaconda sabendo que o filme era pastelão e sem nenhuma intenção de se levar a sério, mas ainda sim fiquei surpresa com quão ruim ele é.

Cenas completamente desnecessárias e desconectadas do restante do filme (sim cena do xixi, estamos falando de você, piadas sem graça e tensão fraca.

Nem a participação de Selton Melo conseguiu salvar esse filme, o que já diz muito sobre a obra.



Emergência Radioativa

A minissérie mostra o quão caótico foi o processo de tentar resolver um dos maiores acidentes radiológicos do mundo, em Goiânia (1987).

A série focou no processo das autoridades para lidar com o problema e o pouco tato que tiveram com as vítimas, que não conseguiram, em muito momentos, compreender a gravidade do que aconteceu.

Algumas informações ficaram um pouco vagas ou não nos foram passadas, mas a série tem uma boa qualidade e eu adoro ver o Johnny Massaro atuando.


2ª temporada de The Pitt

Apesar de ainda ter casos interessantes, um narrativa acelerada e personagens maravilhosos, a segunda temporada de The Pitt não foi tão primorosa quanto a primeira. Houve menos tempo de desenvolvimento dos outros médicos, pois o enredo estava muito focado no Dr. Robby. 

De toda a forma, a série ainda continua boa, trazendo críticas a política de imigração nos Estados Unidos e dando visibilidade a temas delicados, como o processo de denúncia dos abusos sexuais, em uma cena emocionante da enfermeira chefe Deana.


Vampira humanista procura suicida voluntário

Filme com um ritmo tranquilo que conta a história de uma vampira que tem aversão a ideia de matar  que conhece um rapaz que deseja muito morrer.






1ª temporada de Smallville

Tem sido um processo bem nostálgico assistir essa série, que fez parte de muitos domingos da minha infância. Um roteiro fraco e super manjado que nos deixar ali, apenas curtindo o previsível. Ótimo passatempo para um dia preguiçoso, recheado de músicas maravilhosas.