sexta-feira, 25 de março de 2016

Mulheres da Literatura parte 4





 19- Um livro com uma personagem que as meninas deveriam conhecer desde novas.
Rose e Tris são duas mulheres fortes, que lutam pelo o que acreditam, mas não são perfeitas. Acho importante conhecermos as diferenças desde cedo e saber que todos podem errar e ter seus próprios estilos.



20- Um livro com uma protagonista que você não esperava ser tão forte quanto foi.
Gina Weasley não é bem uma protagonista (me desviei da pergunta original por que me atentei a esse detalhe :p), mas acredito que foi uma ótima surpresa para todos os leitores que acompanharam ela se transformar de uma garota em perigo em a Câmara Secreta para um atleta, dona do próprio nariz e cheia de atitude que se tornou.



21- Um livro com uma heroína que começou odiando e terminou amando.
Primeiramente, a palavra odiar é algo muito forte e que sempre mantenho afastada do meu vocabulário.
Não consegui lembrar de nenhuma personagem onde isso tenha acontecido.


22- Um livro com uma heroína que salva o herói.
 Holly Short é uma policial da Lep que não sabe muito bem seguir ordens, mas que já salvou a pele de Artemis Fowl (que não é bem um herói) diversas vezes.



23- Um livro com uma mulher transexual.
Infelizmente ainda não li nenhum.


24- Um livro com uma mulher bissexual/homossexual.
Foi tentando responder essa questão (e a anterior) que comprovei como a representatividade de diferenças de orientações e gêneros é muito pouco explorada. Não consegui simplesmente achar em meio aos meus livros nenhuma personagem de destaque para concluir essa etapa do desafio. É realmente uma pena e espero que futuramente seja mais fácil encontrar representantes transexuais/bissexuais/homossexuais na literatura, principalmente no gênero de fantasia.


25- Um livro com uma personagem feminina que seja uma figura de poder.
 Daenerys era uma órfã assustada que se tornou uma líder sedenta por justiça. Rainha de Meeren, dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos.

sábado, 19 de março de 2016

Mulheres da Literatura parte 3

12- Um livro de terror escrito por uma mulher.
 Terror é definitivamente um gênero que não me atrai, seja em filmes ou livros, então infelizmente não pude completar esse tópico.
Minha menção honrosa vai para Mary Shelley, escritora de Frankstein, um romance de terror gótico extremamente conhecido, com  diversas adaptações até hoje.

13- Um livro com a heroína na capa.
 Várias protagonistas de peso ilustrando as capas de suas respectivas histórias.
 


14- Um livro com uma heroína que não se conforma em ser o que esperam dela.
Quando todos querem que ela almeje o cargo de princesa, ela não o faz, mas quando acreditam que ela não será capaz de ser uma boa rainha, América Singer prova que não são os outros que tomam suas decisões.
 


15- Um livro escrito por duas (ou mais) mulheres.
Esse livro é escrito por quatro mãos femininas, que conta a história de uma maneira fluída, revelando o bom trabalho das autoras.



16- Um livro com sua heroína preferida.
Momento merchan (brincadeira :p).
Escolhi a Élis como minha personagem preferida, pois além de todo o meu sentimentalismo com ela (já que fui eu quem a criou), a vampira é uma forte, dona do próprio nariz, além de ser livre e bem humorada.
 


17- Uma autora que te inspira.
 Porque né? Convenhamos, J.K. Rowling criou todo um universo de forma magistral.
 



18- Um livro com uma personagem que você se espelha.
Olha eu falhando mais uma vez. Não consegui responder essa pergunta, pois apesar de admirar diversas personagem de livros, me acho diferente demais delas. Espero conseguir ser tão fortes como todas as personagens citadas aqui, mesmo que da minha forma.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Lado Criança x Lado Adulto



PS: eu sei, meu cabelo está todo estranho, mas eu só percebi depois de editar o vídeo, então rolou uma preguiça de refazer tudo. Por favor ignorem :p

terça-feira, 15 de março de 2016

A Filha do Norte



    A Filha do Norte conta a história de Michelle, uma jovem de passado misterioso, que ruma sozinha e sem destino de cidade em cidade. Após uma pequena estadia na casa de Meredith e Elza (que ela não sabe se tratarem de bruxas), a jovem se perde na floresta e acaba pedindo ajuda na mansão Vergamini onde é acolhida por sete jovens charmosos. O que Michelle não sabe é que eles, na verdade, não são o que aparentam.
      O livro, diferentemente de todos os outros que já li, não tem uma divisão em capítulos, mas sim em pequenos trechos, que muitas vezes são utilizados para a troca do ponto de vista entre os personagens. Esse estilo de narrativa me deixou confusa algumas vezes, sem saber exatamente quem estava narrando determinada cena. Apesar de não ser um método muito prático, após você se acostumar, a leitura flui de forma leve e rápida.
      O maior enfoque da história é na relação de Michelle com os Vergamini, deixando as bruxas um pouco de lado nesse primeiro volume, e no passado misterioso da jovem, que ainda a assombra. O desenvolvimento é previsível, mas em alguns momentos são entregues dicas e detalhes sobre o passado da garota, que ainda ira de alguma forma interferir em seu destino.
     Michelle é uma daquelas mocinhas boazinhas, doces, subservientes e que sempre pensam nos outros antes de si, e por isso não consegui simpatizar com a protagonista. A falta de defeitos em um personagem é algo geralmente me incomoda e que pouco me atrai. Em alguns momentos o desprendimento com a própria vida ou forma como ela entende tudo tranquilamente, beira o absurdo. Já os garotos Vergamini são o oposto. Cheio de defeitos, manias e donos de um caráter duvidoso. Gostaria de ter visto um pouco mais do desenvolvimento individual de cada um deles, pois acredito que eles têm grande potencial para a história.


      O ponto alto do livro ocorre com o gancho deixado para o início do segundo volume, previsto para o ano quem vem, que aparenta ter mais ação e ser mais revelador sobre o verdadeiro perigo do qual Michelle tanto se esconde.