domingo, 4 de fevereiro de 2024

Janeiro- muitos shows, pouco dinheiro

 


Eita, que mês longo para um salário curto!

O ano começou com um janeiro que parecia não acabar nunca, muitas contas para pagar e uma fatura no cartão de crédito que a Andressa do futuro vai precisar lidar. Ela que lute!

Apesar de estar lisa, consegui ir em vários shows, pois já tinha me antecipado e comprado no ano passado, quando o festival de verão de Praia Grande foi anunciado. Teve Pedro Sampaio, Jão, Pabllo Vittar, Jota Quest, Raça Negra, Roupa Nova (que faz parte de uma tradição anual minha e da minha mãe), cover do Elvis, Banda Melles e, o mais animado, Alexandre Pires. 





Foi um mês bem agitado, principalmente para mim, que tenho uma alma de cansada, mas bem proveitoso. Além de todos os "rolês", iniciei minhas leituras (até o momento, amando A Vida Invisível de Addie LaRue), voltei para academia e iniciei um novo mais longo horário de trabalho (afinal, a Andressa do futuro vai realmente precisar trabalhar mais para pagar a fatura de janeiro).


quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

A volta do Blog

  


Pobre blog, constantemente abandonado. Muitas voltas, muitas idas. Talvez essa seja só mais uma, mas realmente quero retomar o hábito de escrever por aqui, de forma mais pessoal do que nas outras redes sociais, que geralmente exigem um consumo mais rápido. Com a retomada desse blog, espero falar mais sobre o processo dos meus estudos, de forma mais detalhada sobre minhas leituras e sobre as vivências mais cotidianas.

Para iniciar essa "nova" fase do blog, vamos a um apanhado do que está rolando na minha vida e o que eu espero desse ano de 2024, já que esses serão os conteúdos abordados nessa humilde página.


O que está rolando?


Atualmente estou cursando duas graduações a distância, biblioteconomia, último semestre, e tradução, penúltimo semestre (assim espero). Divido meu tempo profissional entre o estágio em uma biblioteca escolar e as correções redação que realizo. Além disso, também estou estudando para alguns concursos, já que a formatura já está batendo à porta.


O que esperar?


Além dos estudos, quero ler muito, mas não em quantidade, e sim em qualidade. Quero ler coisas que me façam bem (que me ensinem, que me divirtam e que me emocionem). Pretendo voltar a consumir produções audiovisuais, coisa que, confesso, as redes sociais tiraram um pouco de mim.

Espero conseguir viver novas experiências (cursos, viagens e shows) sem me endividar tanto (essa é a parte mais difícil 😝) e dividir isso aqui com vocês.

E, claro, dar seguimento a esse blog e não abandona-lo como eu repetidamente faço. Não desistam de mim!


sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

The Witcher- 1ª temporada um pouco decepcionante.

Cartaz da série The Witcher apresentando os personagens Yennefer, Geralt e Ciri.

Antes da estreia da primeira temporada no Netflix, conhecia The Witcher apenas de nome. Nunca tinha jogado o jogo ou lido o livro, por isso não tinha um grande interesse e nem sabia o que esperar.

Em pouco tempo, fui bombardeada de imagens da série e de comentários online de pessoas que estavam achando tudo muito maravilhoso. A "hype" foi crescendo cada vez mais e, então, decidi assistir.

Por algumas imagens e vídeos aleatórias, que vi principalmente no twitter, pude imaginar que a série possuía muita luta e cena de cunho sexual. Logo acabei criando certas comparações e expectativas, sei que não devia, mas foi inevitável.

Por essas expectativas, acabei ficando bastante surpresa e um pouco decepcionada com o roteiro. Eu esperava algo mais adulto, com um roteiro mais elaborado, estilo Game of Thrones ou Outlander e acabei recebendo algo mais parecido com Merlin.

Tudo fica um pouco mais estranho quando elementos de um seriado mais denso (sexo, violência e temas como estupro e incesto) são inseridos em um roteiro fraco.

Tá, eu sei que, comparar The Witcher a Merlin possa parecer um pouco exagerado. Talvez Hércules ou Xena seja uma comparação melhor, mas eu explico:

The Witcher até apresenta uma certa complexidade ao apresentar três linhas temporais mescladas, que vão se explicando ao longo dos episódios. Mas a quantidade de episódios não pareceu suficiente para elaborar as histórias apresentadas ao longo da primeira temporada.

Muitas vezes, os episódios pareciam ser parte de uma série de episódios fechados, estilo Merlim, onde o herói é apresentado a um problema e em poucos minutos ele o resolve.

Outro ponto que deixou a desejar foi o aprofundamento da história e das características das personagens. Apenas Yennefer (Freya Allan) teve seus sentimentos explorados de forma um pouco mais convincente, mas ainda sim, corrida.

Geralt (Herny Cavil), que é o protagonista da série, não participa de nenhuma cena que realmente demonstre quem é o personagem. Suas características nos são apresentadas pelos outros. Sempre tem alguém comentando como ele é misterioso, sério ou forte. Isso me parece uma forma um pouco pobre de construir um personagem.

Porque não acontece exclusivamente na construção da personalidade de Geralt. Muitos relacionamentos do protagonista são super valorizados nas falas sem realmente nos convencer na tela. Acontecimentos que são apresentados rapidamente são citados ao longo da série como super marcantes.
Para citar um exemplo, segue um pequeno SPOILER: No primeiro episódio, Geralt desenvolve um relacionamento rápido com princesa Renfri (Emma Appleton), com poucos diálogos e cenas que envolvam os dois. Ele a princesa lutam e ela acaba morta. Ao longo dos episódios seguintes esse fato é citado como uma grande marca no passado de Geralt, mesmo que tenha sido tão mal explorado no inicio.




Apesar de tudo, a série não é ruim. Ela apresenta personagens engraçados e se passa em um universo interessante, envolvendo muita magia e tem potencial para melhorar ao longo das próximas temporadas.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Meus filmes biográficos preferidos- parte 2

Hora de completar aquela listinha de filmes biográficos preferidos. Na postagem anterior, listei os 4 primeiros da minha pequena seleção e agora vou finalizar minhas indicações com mais 4 filmes baseados em fatos reais.

O Jogo da Imitação


O jogo da imitação conta a história de Alan Turin, o pai da computação.
Turing, interpretado por z, foi um matemático brilhante, escalado pelo governo britânico para integrar parte de uma equipe responsável para decifrar os códigos da Enigma, que eram utilizados na comunicação alemã durante a segunda guerra mundial.

Apesar de modificar alguns aspectos da personalidade de Turing, o filme foi muito bem feito, com interpretações incríveis e retrata uma parte importante da história que ficou em sigilo durante muitos anos.


Quase Deuses


Assisti esse filme já faz um bocado de tempo e confesso não lembrar muito dos detalhes, mas na época eu fiquei encantada.

Quase deuses nos apresenta Vivien Thomas (Mos Def), um afro-americano que sonhava ser médico, mas devido a problemas financeiros acabou se tornando faxineiro de um hospital, onde conhece o Dr. Alfred Blalock (Alan Rickman). Os dois iniciam uma parceria com resultados médicos impressionantes.

O filme trata sobre a segregação racial nos Estados Unidos na época de 1930 e as diferenças de oportunidades entre os dois personagens centrais da história.



Marley e Eu


Filme muito fofo baseado no livro de John Grogan onde o escritor relata memórias de seu cachorro Marley, um labrador desobediente e destruídos de móveis.

Marley e eu é uma comédia com tom dramático, onde vivenciamos a vida e os problemas da família Grogan.

Não sei se chega a ser spoiler, mas de qualquer forma fica o aviso de spoiler: eu chorei horrores vendo esse filme.


Tempo de despertar


Esse filme foi um achado em um passeio despretensioso pelo Netflix e eu fiquei fascinada com a história. É daquelas histórias baseadas em fatos reais que me faz correr para internet e pesquisar enlouquecida sobre os ocorridos. O elenco conta com nomes de peso como Roberto De Niro e Robin Willians.

Willian interpreta o dr. Sayer, que acaba de integrar o corpo médico de um hospital psiquiátrico, onde vários pacientes se encontram em estado catatônico.

Após iniciar o tratamento com o paciente Leonard Lowe (De Niro), o médico consegue resultados surpreendentes desses pacientes. 

Tempo de despertar é tão surpreendente que chega a ser difícil de acreditar nos acontecimentos. Vale a pena assistir e pesquisar sobre.