terça-feira, 4 de abril de 2017

Memórias do meu primeiro blog



     Talvez isso pareça um pouco frio, mas eu realmente não me lembro muito do meu primeiro blog, talvez porque na época (acho que por volta de 2006 ou 2007) eu tive mais de um. Não lembro muito bem o que me levou a criar esses blogs e também nunca os levei muito a sério.
      Cheguei a montar um blog sobre rock, que não deve ter tido mais que duas postagens :p e um sobre animes, que existe até hoje, mas está abandonado desde 2013.
       Acho que entre todos o primeiro foi os Cacarecos da Dressa, que se não me engano, acabou se tornando o A. Constantino Brandão. No inicio, esse bloguinho que vocês veem agora, servia apenas para comentar como estava indo as aulas ou sobre algum livro que eu queria ler. Suas postagens eram frases soltas, sem imagens e nenhuma regularidade.
       Foi apenas em 2013 que eu realmente entrei na blogosfera para valer. Comecei postando textos que produzi na faculdade, depois passei para as resenhas de livros e filmes. Foi nessa época que realmente descobri meu amor por esse espaço e decidi me dedicar bem mais.
       Apesar de meus antigos blogs nunca terem dado certo, é possível perceber que há muitos anos eu já tinha a vontade de escrever e de compartilhar minhas ideias e fico muito feliz que pelo menos esse eu levei adiante :p


 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O Amor nos Tempos de Likes- Próximo Destino: Amor


     A antologia O Amor nos Tempos de Likes é composta por três contos de romance, escritos por youtubers, baseados em obras clássicas, atualizados para o nosso tempo.
     Como eu ando meio sem tempo de ler, decidi fazer a resenha de cada conto separadamente, me dando um pouco mais tempo para concluir cada um.

     O primeiro conto do livro é o Próximo Destino: Amor, escrito por Pam Gonçalves, e conta a história de uma Youtuber muito popular, que tem dificuldades em se abrir para as pessoas devido a sua pouca privacidade.


       Durante uma viagem, a jovem Liz conhece Willian, um rapaz com quem tem algumas desavenças, mas que durante o tempo em que são obrigados a passar juntos, acabam criando uma certa afinidade.
     O conto é uma adaptação moderna de Orgulho e Preconceito e mostra que nem sempre a primeira impressão é a que fica.
      Os capítulos são divididos pelo o ponto de vista de cada personagem, escritos em primeira pessoa, com uma narrativa fácil e rápida para se ler, mas a história foi um tanto quanto previsível e linear, sem picos de drama ou humor.
     O que mais me incomodou no conto, além da conclusão muito apressada, que tornou a protagonista uma pessoa precipitada em suas conclusões, foi sem dúvida os estereótipos utilizados, principalmente o da "ex-louca". A personagem não tem nenhuma relevância para a história, e foi inserida com o intuito apenas de mostrar que o "garoto bonzinho" tinha uma ex-namorada maluca, sem motivo aparente para tal fato.
     Um leitura tranquila, mas sem muita profundidade ou emoção, que poderia ter sido melhor desenvolvida com algumas páginas a mais.


        Ps: tem um vídeo no canal do Nunca Te Pedi Nada que fala exatamente sobre esse estereotipo da ex-louca que vale a pena dar uma olhada.


domingo, 2 de abril de 2017

O que assisti essa semana



     Nessas últimas duas semanas, acabei assistindo poucos filmes em casa, mas em compensação fui duas vezes ao cinema (o que para mim é algo bem dificil), então, hoje vou poder falar sobre dois filmes que ainda estão quentinhos nas telinhas ^^.

Cartaz de A Bela e a Fera     A Bela e A Fera é a adaptação em live action da tão conhecida animação da Disney, que conta a história de um jovem apaixonada por livros, que para salvar seu pais, acaba se tornando prisioneira de uma fera, em um castelo encantado.
       Essa nova versão possui um roteiro bem fiel ao original de 1991 e mantém o estilo musical (na minha opinião, musical até demais, já que possui mais canções do que no desenho), o que é ao mesmo tempo bom e ruim. Fãs devem ter ficado muito alegres em assistir as semelhanças entre os dois longas, mas em alguns momentos, o uso de algumas falas originais, usadas por atores reais, não me pareceu uma boa escolha, tornando os diálogos menos orgânicos. Não sei se isso também ocorre na versão legendada, pois assisti o título dublado.
       Entendo que a inclusão de um personagem homossexual em uma história tão conhecida foi um grande passo para os estúdios Disney, mas espero futuramente ver maior representatividade nos filmes, sem se restringir ao núcleo de alivio cômico e sim parte integrante dos elencos principais.



Cartaz de Power Rangers     Quando fui ao cinema assistir o novo filme dos Power Rangers, não tinha muitas expectativas e
talvez por isso tenha ficado muito feliz com o resultado.
     O longa conta a história já conhecida de cinco adolescentes da cidadezinha Alameda dos Anjos que se tornam guardiões do planeta Terra contra ameaças alienígenas .
     Apesar de manter os mesmos nomes dos Rangers da primeira temporada, e algumas características, o filme trás personagens mais desenvolvidos, com defeitos e problemas pessoais distintos, tornando os mais próximos da realidade. Os diálogos ainda não são os melhores e existem alguns furos no roteiro, mas que não atrapalham de todo o propósito dessa nova adaptação.
      Para mim, o ponto alto do novo Power Ranger, além do estilo e visual, foi com certeza sua trilha sonora. Foi uma surpresa quando em meio a uma cena começa a tocar Stand by Me (me emocionei, confesso), entre outras canções muito conhecidas.
      Um ponto positivo foi a escolha de um elenco principal bem diversificado, mas infelizmente isso não reflete em todos os núcleos da história, e alguns estereótipos ainda continuam a ser apresentados, o que me incomodou bastante.

sábado, 1 de abril de 2017

Evanescence


      A segunda playlist das minhas bandas preferidas é sobre os meus amados góticos do Evanescence. Cheios de músicas que eu amo, esse grupo me levou há um dos poucos shows internacionais que eu já fui, apresentação essa que foi simplesmente espetacular.