terça-feira, 22 de julho de 2025

A rotina perfeita pt. 2

Há alguns meses escrevi um post falando sobre como almejava um trabalho home-office com menos horas, o que me permitiria ter uma "rotina perfeita". Bem, uma parte disso eu consegui.

Pouco menos de 3 meses após eu descrever minha escala de trabalho ideal (home-office, com entradas às 9 e saída às 15h) eu realmente consegui um emprego que cumpre quase todos os requisitos. Dei sorte!

A oportunidade veio em excelente hora, pois estava tendo alguns problemas de saúde que exigiam cuidado e descanso. Dei muita sorte!

Apesar de a função não ser nada parecida com algo que eu já tenha feito antes e não esteja diretamente relacionada com os meus estudos, tem sido interessante executá-la e, até o momento, acho que estou me saindo bem.


Se você leu o post anterior deve estar pensando: "Ah então agora ela está fazendo tudo que disse que ia fazer. Academia, limpando a casa, lendo mais...". Vamos lá, eu disse que consegui uma parte da rotina perfeita 😜

Realmente tenho conseguido resolver mais pepinos da vida adulta (pagar contas, ir em consultas médicas, etc.), mas a parte da leitura e do zelo com a casa ainda estão em aprimoramento, afinal, ainda sou uma procrastinadora em processo de reparo.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

A rotina perfeita

Ah se eu pudesse decidir a quantidade de horas que vou trabalhar! 

Seis horinhas no home-office ou quatro horas no presencial seria um sonho. Com uma carga horária dessa eu poderia me exercitar, resolver pepinos da vida adulta e ainda descansar.  

Trabalhar oito horas, que é o padrão mais comum, é, além de cansativo, um empecilho para a realização de várias atividades. Um terço do nosso dia em função apenas do emprego! 

Por isso, às vezes me pego imaginando como seria o meu emprego ideal (que, claro, está muito fora da realidade), mas sonhar não é crime e não paga imposto. Então, aqui vai a minha rotina perfeita, que depende de um trabalho com menos horas. 

Como sou uma pessoa que nunca acostumou a acordar cedo, ainda que tenha feito isso a minha vida toda, meu horário de entrada perfeito seria 9h, me permitindo acordar as 8h, porque, obviamente, meu emprego dos sonhos seria ou home-office ou a 30 minutos, no máximo, de distância. 

Com seis horinhas trabalhadas, as 15h eu já estaria livre e poderia aproveitar ainda um tempo de horário comercial para cumprir as burocracias da vida: pagar conta, ir no banco, comprar coisas, me exercitar (não tudo isso no mesmo dia, claro). 

O início da noite seria reservado para os estudos. Eu não estaria tão cansada, então seria proveitoso. Esse  momento também é ideal para dar um jeitinho na casa. Uma varrida, botar as roupas para lavar, trocar os lixos. Essas tarefas que precisam ser realizadas diariamente. 

Por fim, depois do jantar, ainda me sobraria algum tempinho para ler, jogar um jogo ou assistir alguma coisa antes de dormir e o ciclo se reiniciar. 

Talvez, se eu realmente trabalhasse a quantidade de horas que eu almejo, nada disse aconteceria e eu continuaria cansada e procrastinadora, quem sabe? Mas, como eu mencionei anteriormente, sonhar (e me iludir), não custa nada 😅 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

A difícil volta ao trabalho

É incrível como nos acostumamos rápido a estar em casa. Minhas férias foram bem curtas, uns 15 dias, mas eu já retornei ao serviço sem nem saber as minhas senhas (que usei durante um ano inteiro todos os dias), de tão desligada que eu fiquei do trabalho.

Acordar cedo sempre foi complicado para mim, independente de há quanto tempo eu faça isso. Voltar a rotina de levantar todos os dias às 07h30 depois de passar duas semanas indo dormir às 02 da manhã e levantando da cama 11 e pouco está sendo um grande esforço.

Mas o mais difícil de retornar ao trabalho é o estresse. Meu serviço não é, por si mesmo, um trabalho tão estressante assim, no entanto, eu sou naturalmente pilhada (olá, ansiedade e TOC, como vão vocês?), então eu fico tensa na maior parte dos empregos que assumo (são raros os que consigo exercer em relativa paz) e acho que por isso estou sempre tão cansada. Mal voltei e já quero férias novamente, como faz? 😅

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

2024 em números

Retrospectiva 2024 escrito em branco sob um fundo azul. No canto, uma ilustração de um calendário amarelo.

 


O ano de 2024 foi bem agitado, com conquistas, com erros, com novidades. Decidi que para fazer um pequeno resumo de tudo o que aconteceu, mencionar alguns números, que obviamente não contam toda a história, mas servem como um apanhado.


Fiz um total de 22 leituras;

A imagem de um livro na minha mão e do meu gato preto e branco ao meu lado
Eu lendo com o Bolas ao meu lado



Fui a 17 shows (entre músicas e stand-ups);


Rafa, eu e minha mãe em frente ao telão do show do Jão
Rafa, eu e minha mãe no show do Jão

Assisti a 11 séries;

Assisti a apenas 6 filmes (isso era o eu assistia em uma semana  antigamente 0.0);

Realizei 4 atividades físicas diferentes (e parei 3 😓);

Finalizei duas faculdades;

Me viciei em 1 novo jogo de computador;

Imagem do jogo Moonstone Island
Imagem do jogo Moonstone Island

Descobri 1 problema de saúde;

Fui efetivada em 1 emprego;

Fiz 3 viagens;

Eu e Rafa e a vista de um Parque em Curitiba
Viagem para Curitiba

Iniciei 1 novo hobbie;

Retomei 1 graduação;

Fui em 1 evento literário;

Comprei 0 livros para mim mesma (mas ganhei alguns ^^);

Peguei COVID pela 1ª vez;

Completei 16 anos com o Rafa (3 de casados);

Publiquei 1 livro;

Tive 1 crise mais forte de ansiedade;

Comi inúmeras besteiras, mas descobri alguns bons novos restaurantes (falhei em anotar).