Ah se eu pudesse decidir a quantidade de horas que vou trabalhar!
Seis horinhas no home-office ou quatro horas no presencial seria um sonho. Com uma carga horária dessa eu poderia me exercitar, resolver pepinos da vida adulta e ainda descansar.
Trabalhar oito horas, que é o padrão mais comum, é, além de cansativo, um empecilho para a realização de várias atividades. Um terço do nosso dia em função apenas do emprego!
Por isso, às vezes me pego imaginando como seria o meu emprego ideal (que, claro, está muito fora da realidade), mas sonhar não é crime e não paga imposto. Então, aqui vai a minha rotina perfeita, que depende de um trabalho com menos horas.
Como sou uma pessoa que nunca acostumou a acordar cedo, ainda que tenha feito isso a minha vida toda, meu horário de entrada perfeito seria 9h, me permitindo acordar as 8h, porque, obviamente, meu emprego dos sonhos seria ou home-office ou a 30 minutos, no máximo, de distância.
Com seis horinhas trabalhadas, as 15h eu já estaria livre e poderia aproveitar ainda um tempo de horário comercial para cumprir as burocracias da vida: pagar conta, ir no banco, comprar coisas, me exercitar (não tudo isso no mesmo dia, claro).
O início da noite seria reservado para os estudos. Eu não estaria tão cansada, então seria proveitoso. Esse momento também é ideal para dar um jeitinho na casa. Uma varrida, botar as roupas para lavar, trocar os lixos. Essas tarefas que precisam ser realizadas diariamente.
Por fim, depois do jantar, ainda me sobraria algum tempinho para ler, jogar um jogo ou assistir alguma coisa antes de dormir e o ciclo se reiniciar.
Talvez, se eu realmente trabalhasse a quantidade de horas que eu almejo, nada disse aconteceria e eu continuaria cansada e procrastinadora, quem sabe? Mas, como eu mencionei anteriormente, sonhar (e me iludir), não custa nada 😅
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