Em 2012 eu estava fazendo um técnico em programação que eu achava um verdadeiro porre e acabei largando poucos meses antes de concluí-lo. Desde então eu sei que essa não é uma área que eu gosto.
Corta para mim em 2026 em um Bacharelado de Inteligência Artificial. O que aconteceu, Andressa? Você mudou de ideia quanto a área de T.I?
Pois é, pior que não! Continuo achando um saco, mas a vida tem suas inconsistências.
Dentro de uma das minhas funções no meu trabalho eu passei a lidar diretamente com as IAs de forma mais profissional e me vi completamente perdida em algumas reuniões cheias de termos técnicos. Apesar de não ser uma entusiasta de trabalho com programação e códigos (e os caralho a quatro), tenho curtido bastante estar no projeto. Então senti a necessidade de aprender um pouco mais, para não ficar só balançando a cabeça durante os debates e planejamentos.
Junte isso ao fato de que não estou em nenhuma outra formação, a saudade da minha carteira de estudante e uma faculdade gratuita na área e você terá eu cursando Bacharelado de Inteligência Artificial na UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo).
Eu sabia que não ia curtir muito as matérias, principalmente porque já tenho dificuldade de me engajar em aulas virtuais, mas decidi prosseguir mesmo assim.
Não sei até onde conseguirei ir no curso. A ideia é ir até a formatura, mas se não der, vou me entender também. Ainda sim, vou aproveitar o que a graduação tem a me oferecer e ver como ela pode me ajudar no meu trabalho.
Vou me dedicar, mas vou me permitir resmungar durante todo o processo.
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