Esse seria sem dúvidas meu maior e mais difícil desafio. Nunca havia feito isso antes, mas respirei fundo e ignorei o suor insistente de minhas mãos.
Fixei meus olhos firmemente em meu objetivo, ignorando os sons ensurdecedores e as pessoas que se movimentavam apressadas ao meu redor. Precisava ser corajoso e não temer o destino, assim como fizeram todos ali presentes.
Atravessei à passos largos a distância que nos separava. Agora era tarde para desistir, a garota do outro lado sorria para mim.
— Você gostaria de dançar?— perguntei apressado, mas decidido, ignorando um fraco tremular em meus joelhos.
— Tudo bem!— disse ela e então me estendeu a mão, que de bom grado aceitei.

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